quinta-feira, 24 de julho de 2008

quinta-feira, 17 de julho de 2008

kall... tu me amas ?


Pedro havia negado Jesus três vezes...
No entanto, para Jesus, a questão daquela manhã de sol nascente das alturas na quieta praia de Tiberíades era apenas uma: “Tu me amas?”
Até na hora de lidar com a negação e com a traição, Jesus é completamente diferente de tudo e todos, e completamente coerente com Seu próprio Ser-Ensino.
O Verbo se fez carne, por isso o Ser-Ensino de Jesus são um.
O que diriam as nossas lógicas de amor?
“Se ele amasse, jamais teria feito o que fez”—e, assim, se atribui impecabilidade ao amor humano.
“Ama, mas não tem raízes em si mesmo”—diria a sofisticação psicológica.
“É egoísta demais para amar”—diria uma voz moral piedosa e certa.
“É cedo demais para perdoar você. O que fazes aqui entre os outros?”—diria o Mestre das Disciplinas.
“Nunca mais será a mesma coisa. Como poderei confiar em você outras vez?”—diria a razão mais humana e ressentida.
“Pode ser que ainda dê, um dia... quem sabe? Mas você terá que fazer um longo caminho de volta!”—diria um piedoso e quase esperançoso pastor de almas.
“Já que você insiste, verei do que você é feito. Colocarei um diretor espiritual para supervisionar você”—diria um ser crente na fabricação de caráter e de fidelidade.
“Sinto muito, Pedro, mas já não é possível. Você jogou fora a sua chance, embora eu o tenha advertido várias vezes”—diria a razão fria e justa.
“Você está perdoado, sem ressentimentos, vá em paz; pois não há mais clima para a gente prosseguir”—diria o melhor do homens.
“Logo você, em quem tanto confiei! Como pode fazer isso? Explique-me suas razões”—diria o bondoso justo.
“Meu Deus! E pensar que amei tanto você. Eu sou um santo idiota mesmo!”—diria um Deus com alma de esposa ou de marido.
No entanto, Jesus apenas pergunta: “Tu me amas?”
E com isso Ele admite que o amor peca, trai, nega, se engana, enfraquece, pode ser egoísta, é capaz do impensável, é passível de repetir o mesmo erro, não apenas três vezes, mas até setenta vezes sete.
Jesus não estava buscando perfeição, mas apenas um amor que pudesse ser aperfeiçoado no próprio amor... no Caminho.
“Tu me amas?”—pergunta Ele três vezes.
Ao que Pedro responde, dizendo, humilhadamente, um “sim” cheio de vergonha, e até se sentindo um sem caráter por ainda ter a coragem de confessar amor tendo negado.
Pedro diz “sim, sim, sim”... mas não o faz sem a angústia de quem não quer ser visto como cínico!
Pedro ama. Ama com amor que é dele, com o amor que lutava para ser amor no chão raso de sua alma. Mas era amor, e isso ele não podia negar. Ele admitia que negara Jesus, só não podia admitir que não amava Jesus.
Jesus sabe que às vezes se ama apesar de...
Jesus sabe que o único amor que ama sem nenhum apesar de... é o Seu próprio amor, de mais ninguém.
Jesus ama os nossos amores, apesar de... Pois Ele sabe que quem não ama apesar de... esse deve se oferecer para ser o Salvador dos homens.
“Tu me amas?”
Pedro não tem mais o que dizer. Provar amor? Meu Deus! Levaria o resto de sua vida, e teria que demonstrar isso não apenas com ações, nem com palavras apenas, e, se fosse o caso, deveria provar tal amor com dores de alma até a morte.
Pedro não tem meios de provar nada. Não tem o poder de reverter quadros e nem de apagar memórias. E também não suportaria ficar gemendo o resto da vida num canto de sua casa a fim de provar a Jesus que o amava apesar de...
Provar que se ama pode ser o inferno!
Pedro está perdido. Quem o ajudará? Quem testemunhará em seu favor? Quem terá garantias a oferecer em seu nome? Quem seria o fiador de seu fracassado amor?
A esperança de Pedro quanto a provar a Jesus que ele O amava era o próprio Jesus.
“Senhor, tu sabes todas as coisas... e se as sabes, certamente tu sabes que eu te amo!”
Assim, Pedro não tem argumentos, nem explicações, nem mesmo se oferece para padecer como prova eterna de seu amor ...no inferno do amor...
Pedro não quer o inferno do amor... ele quer ser salvo do inferno de sua alma pelo amor... e só Jesus poderia fazer isso, pois somente Jesus sabia o que existia no coração dele.
Assim, ele está tão certo de sua total incapacidade de vencer os fatos esmagadores com argumentos ou mesmo com penitências, que ele apenas recorre a uma certeza: Jesus conhece meu coração!
“Senhor, tu sabes todas as coisas; tu sabes que eu te amo!”
Chega uma hora quando todos os argumentos cessam, quando não há explicações a serem dadas, quando toda fala é cinismo, quando todo gesto parece compensatório e auto-justificatório, e quando toda e qualquer promessa de fidelidade e lealdade apenas cerram sobre a alma a porta da masmorra das infindáveis penitências.
Pedro amava, mas não queria que seu amor fosse sepultado vivo na morte!
A resposta de Jesus é de confiança!
Sim, Ele sabe que Pedro o ama apesar de Pedro, de seu egoísmo, de sua vacilação, de sua pusilanimidade, de seus ímpetos inconseqüentes, de suas coragens pouco resistentes, de seus vícios de fuga...
“Pastoreia as minhas ovelhas... os meus cordeirinhos... esse povo que me ama como tu... que ama e que trai... Tu, que agora sabes quem és, pastoreia nesse amor esses que são como tu mesmo”.
E conclui: “Agora, vem, e segue-me...”
Jesus não bota o amor de castigo, parado no ponto e na esquina da negação, frizado na vitrine do espetáculo da fraqueza, preso para sempre aos seus próprios pecados.
Jesus sabe que a cura para a traição e a fraqueza só acontece no caminho, enquanto se O segue, e no chão da vida, onde o amor terá a chance de ser amor, e não negação.
Trai-se na vida. Ama-se na Vida. Nega-se na vida. Se é curado na Vida. Somente na vida o que é, é; e pode se manifestar!
Sem que seja assim o que resta é deixar Pedro em Tiberíades para sempre, envolto nas malhas de suas angústias, pescando os peixes que fogem dele, existindo numa seqüência de dias que já lhe são o próprio inferno.
Nossa salvação é uma só: O Senhor sabe todas as coisas, e quem sabe que ama apesar de... não tem outra chance se não confiar no que Jesus sabe em nós e acerca de nós, pois se o que há em nós é verdade, Ele em nós aproveitará toda verdade de amor para o nosso próprio bem.
Confie. Ele conhece você!
Caio

prima .


O AMOR É VIVO!



Quem ama nunca está só e nunca perde nada e nem ninguém.

Todos aqueles que nos são amados, quando se vão pela porta da morte física, deixam-se vivos em nós, em nosso amor, em nossos lembranças e sorrisos, e, além disso, nas muitas memórias de vida e significado de cada um.

Quando meu filho Lukas se foi eu não conseguia “passar a revista telefônica” nos filhos, ligando todos os dias para cada um deles, sem incluir, na ordem de idades, o número do Lukas. Muitas foram as vezes em que liguei para ele sem lembrar que ele já não atenderia. E não foram poucas as vezes em que tocou, tocou, tocou, até que do outro lado eu ouvisse a voz dele dizendo: “Aqui é o Lukas. Pode deixar a sua mensagem!” Então, mandei desligar o telefone celular dele, pois, os sustos eram de matar de dor e saudade. Ora, mesmo não ligando mais para o número dele, todavia, cada vez que vou chamar os filhos, ele aparece na lista de meus chamados. Sim! Quatro anos depois!

Com meu pai não está sendo diferente. Tenho impulsos diários de ligar para ele e falar de tudo, como era antes. Então, acordo... de olhos abertos. Além disso, minhas heranças dele foram a muleta e a bengala sobre as quais ele andou a vida toda. Eu as trouxe para casa e as pus num móvel iluminado de baixo para cima, de modo que a sombra dos elementos se projeta na parede. Todos os dias eu passo lá e dou uma cheirada na muleta, pois ela ainda carrega o odor de meu velho e amado pai. Outras vezes vou passando e vejo a muleta, e, como onde ela sempre esteve ali ele estava, logo me vejo esboçando um “paizinho” como início de conversa.

Alguém diria: Mas você gosta de sofrer?

Não! Eu gosto é de amar; eu gosto é de lembrar tudo o que é amor; eu gosto é de lamber a verdade de tudo aquilo que em mim é amor!

Tais dores fazem melhor o coração!


Nele, em Quem todos vivem,

Jesus lia as escrituras


Sendo o Verbo, como Ele não conheceria um derivado da Palavra, que é a Escritura?

A questão, porém, é outra: Como Jesus lia as Escrituras?

Ou como ouvia as palavras dela? Aqui falo do modo como Jesus interpretou as Escrituras, e do espírito de entendimento que Ele nos dá a fim a discernirmos a Palavra na Escritura. Isto porque Jesus diz que Suas palavras são a Palavra, e nos recomenda que as percebamos como espírito e vida, e não como letra estática, morta, mumificada, e que se oferece para exumação aos “Caçadores de Múmias”, nos quais se tornaram muitos exegetas e hermeutas da Escritura.

Um exemplo extraordinário está mostrado em Lucas 20: 27-40 e Mateus 22: 23-33. A narrativa diz que chegaram alguns dos saduceus, que diziam não haver ressurreição—e que também não criam em anjos e em coisas do gênero—, e perguntaram-lhe: Mestre, Moisés nos deixou escrito que se morrer alguém casado, porém sem filhos, o irmão dele deve casar-se com a viúva de seu irmão, a fim de lhe suscitar descendência. Pois bem, havia, entre nós sete irmãos. O primeiro casou-se e morreu sem filhos; então o segundo, e depois o terceiro; e assim todos os sete tanto se casaram com ela, como também morreram, sem deixar filhos.

Ora, os saduceus não criam em ressurreição, e nem em anjos. Jesus ensinava o oposto.

Alguém diria: que sorte da mulher deles! Enfim, morreu também a mulher.

Todos estavam ouvindo. Então, eles disseram: Agora é o problema.

Nossa questão é a seguinte:

Na ressurreição, de qual deles será ela esposa, pois os sete por esposa a tiveram? Respondeu-lhes Jesus: Errais não conhecendo as Escrituras e nem o poder de Deus. Os filhos deste mundo casam-se e dão-se em casamento; mas os que são havidos por dignos de alcançar o mundo vindouro, e a ressurreição dentre os mortos, nem se casam nem se dão em casamento; porque já não podem mais morrer; pois são como os anjos nos céus, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição. E já que eles tinham usado o letrismo de Moisés a fim de criar uma Escritura, literalmente, sem espírito, Jesus também lhes disse, citando Moisés: Quanto a ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou, quando o próprio Moisés indicou, na passagem a respeito da sarça, chamando ao Senhor de o Deus de Abraão, e Deus de Isaque, e Deus de Jacó? Ora, Ele não é Deus de mortos, mas de vivos; porque para Ele todos vivem!

Veja por você mesmo. Peça a Deus que o ilumine, a fim de que você discirna o espírito da Palavra. Jesus é questionado com algo que deveria criar um problema moral e legal para a mensagem da ressurreição, visto que a Doutrina Moral, para os saduceus—que eram também, na sua maioria, da classe sacerdotal—, era muito mais importante que a vida; pois quem perde o espírito da Palavra, fica apenas com a falta de ressurreição das letras da Escritura.

Então, Jesus lhes responde apanhando o problema moral e legal, e o redimensionando na escala do espírito. Simplesmente diz que a imortalidade também não será moral e nem legal. E isto porque os elementos que condicionam a legalidade e moralidade são inexistentes numa dimensão onde cada um experimenta individuação completa e mergulha no amor e no entendimento absoluto. No entanto, Ele fala não apenas do que sabe em-si-mesmo.

Ele toma a Escritura em Gênesis—cujo texto, em total simplicidade, Jesus atribui a Moisés—, e mostra o que não está escrito, porém está dito. O espírito da Palavra não está no que está escrito, mas no que está dito. E o modo como Jesus lê as Escrituras nos mostra a diferença entre uma coisa e outra; entre a letra e o espírito da Palavra. Não está escrito que Deus é Deus de vivos e não de mortos, e que, portanto, a ressurreição é um estado também natural.

Em nenhum lugar do Velho Testamento isto está escrito. Todavia, está dito. E Jesus nos mostra isto apenas mostrando a sutileza do espírito do texto, e que se manifesta pela simples afirmação PRESENTE de que Deus É o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó.

E como não se diz que Deus FOI o Deus daqueles homens; e como mesmo os três tendo existido na Terra em estado de contemporaneidade por algum espaço de tempo; tendo eles também morrido em sucessão; seria uma incongruência não os enterrar no passado da história, se tivessem morrido. Como porém viviam; era certo chamá-los na relação de vida PERMANENTE diante de Deus, pois para Deus, todos vivem.

Assim, Jesus não lhes tira dúvidas. Ao contrário, lança dúvidas nas certezas deles com a simples afirmação de Seu imperturbável entendimento espiritual. E mostra a eles que era Verdade o que Ele dizia, mas os deixa sem poder pegar em nada, visto que aquilo não estava escrito para dizer o que Ele disse, ainda que dissesse exatamente isto.

É assim o espírito da Palavra!

Caio fabio .


sábado, 12 de julho de 2008

Kal ...


Metade de min e o amor .... e a outra metade o silencio , Metade de min e o grito , e a outra metade o silencio ! metade de min e o silencio e a outra metade e o amor !!!
Nele ...q encinou viver a vida no inquilibrio .

terça-feira, 8 de julho de 2008

A IRA DE DEUS ou a ira do homem contra si mesmo?






“Ouçam a Palavra do Senhor todos os que se dizem filhos de Deus; pois o Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra; porque na terra não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus. Sim! Só prevalecem o perjurar, o mentir, o matar, o furtar, e o adulterar; há violências e homicídios sobre homicídios”. — Profeta Oséias.

Quando as Escrituras falam da ira de Deus, de fato referem-se ao estado acima descrito por Deus através de Oséias.

Ou seja: existir contra a vida estabelecida por Deus, faz a existência se transformar em uma experiência de contenda com Deus, o que, por si só, põe aquele que assim se ponha contra Deus em uma situação equivalente àquela que aguarda alguém que se arremesse do alto de uma montanha contra as afiadas pedras do penhasco milhares de metros abaixo.

A ira de Deus é Deus sem que Suas mãos de Graça estejam estendidas em nosso favor. Pois, em tal caso, o recolhimento das mãos de Deus se manifesta na proporção da obstinação do homem que se atira nu do penhasco apenas por desafiar o poder da Lei da Gravidade.

A ira de Deus é o homem sozinho em sua decisão de voar sem asas.

A ira de Deus é apenas o deixar que cada um ande conforme suas escolhas e prove o resultado simples de suas próprias ações sem amor e verdade.

A ira de Deus é o homem contra si mesmo!

Sim! A ira de Deus é o fruto da semente da existência que pretende ser sem Deus como vida.

Desse modo, sobretudo, a ira de Deus é a maldade do homem feita contra si mesmo como conseqüência do que projeta como existência sem vida em amor para si e para os que estão à volta.

A ira de Deus é descrita como “um resvalar de Seu pé”. Assim, basta Deus sacudir e Sua ira é aquilo que o homem recebe como ausência de Graça, que é total desgraça.

“A Ira de Deus” é o nome divino dado ao lado oposto ao que seja a mais absoluta burrice e estupidez do homem!

Ora, ninguém é dono de nada, nem “da própria vida”. Por esta razão, sempre que se pretende existir contra aquilo que Deus chama de Vida, o que se institui é o poder contrário, que é o poder da morte e daquele que apenas vem para matar, roubar e destruir.

De fato, devemos saber que nenhum de nós tem aquilo que chamamos de “a própria vida”. Afinal, quem é o mortal que possa dizer “minha própria vida” sem que o faça à semelhança de uma ameba que se sinta a dona do cosmo?

Põe-se sob a ira de Deus aquele que existe odiando o que Deus chama Vida!

E o que Deus chama vida além do existir em amor, misericórdia, bondade, verdade, sinceridade, generosidade e promoção da paz?

Assim, a contenda de Deus com os habitantes da terra está posta e instituída.

Sim! Enquanto o que prevalecer for aquilo que Oséias descreve como sendo uma existência na qual não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus, prevalecendo somente o perjurar, o mentir, o matar, o furtar, e o adulterar; havendo ainda violências e homicídios sobre homicídios — então, o que fica decretado é ira de Deus; e isto feito pelo próprio homem.

Desse modo, “Deus irado” é Deus deixando o homem por conta própria.

É por tal razão que Paulo diz que a ira de Deus se manifesta dos céus contra todo aquele que ama a mentira contra a verdade. A conseqüência de tal “ira” é descrita por Paulo como sendo o entregar o homem à sua própria disposição mental.

Ora, no fundo a misericórdia de Deus sempre prevalece sobre o juízo, e, por tal razão, “o pior de Deus” que a bondade de Deus consegue nos servir é Sua ausência, dando-nos liberdade em nossa livre decisão de servirmos a morte mediante as escolhas que fazemos contra o caminho da verdade e do amor simples para com os céus e a terra.



Pense nisto!





Nele, que até em ira nos deixa livres; ou melhor: apenas nos entrega a nós mesmos,

domingo, 6 de julho de 2008



minha neguinha em frente nossa casa de bbs...


vanildo e marcio , melhores amigos de trabalho . obrigado Deus por ter nos onidos no posto chegada ,

estes 2 sempre estão em minha casa , bjs .

Nele.. que nos disse q o amigo sabe de coisas q nem o irmão sabe !!!



claudio ,chefe de pista , fernada secretaria e zelito gerente , meus ex amigos de empressa , saldade do posto xegada !

foran 6 anos de pura amizades !

bjs a todos ...




esta e mirian !

bjs ...

Nele ... q o amor e absoluto na verdade do absoluto .

curtindo a vida Deus


estas fotinha foi tirado em domigos martins , acabamos o futebol depois so alegria , pagodinhu e muitas festa , e JEsus na vida de todos !

kall e familia




minha mãe te amu muito e estou xeio de saldade de vc , mais estou com o coração aliviado pq sei q quem te levou foi quem te deu a vivd .

eu as vezes fiko triste pq sintu sua falta , mais avezes lembro q o dono da vida , tb me presentiou me dandu vc comu mãe , em vc aprendi oq e o amor , beijos e q Deus continue alimentando minha alma com seu amor .