Mudaram as estações e nada mudou Mas eu sei que alguma coisa aconteceu Está tudo assim tão diferente Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar Que tudo era p'rá sempre Sem saber Que o p'rá sempre Sempre acaba? Mas, nada vai conseguir mudar o que ficou Quando penso em alguém Só penso em você E aí então estamos bem Mesmo com tantos motivos p'rá deixar tudo como está E nem desistir, nem tentar Agora tanto faz ------------------------------------------ b------------------------------------------ Estamos indo de volta p'rá casa. __!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008

ESMURRO O MEU CORPO
Esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que depois de ter pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado...
Paulo
Declaração como a de Paulo acima é objeto de rejeição natural por parte de quase todas as escolas de psicologia e psicanálise.
O que se diz é que se trata de um comportamento de repressão instintual, em razão de que para Paulo o “corpo” existiria em contraposição ao espírito; e, assim sendo, Paulo diria “não” a todas as suas pulsões instintuais, quase todos “imorais” ou “a-éticas”, e, portanto, contrarias ao comportamento cristão, mas cuja supressão ou repressão seriam extremamente danosa ao ser, fosse gerando sombra, fosse criando um neurótico do são comportamento.
Mas a revelação do sentido da saúde humana no Evangelho nem sempre leva sempre em consideração os axiomas das ciências da alma.
Para Jesus, por exemplo, para o bem do ser, há coisas, membros, pulsões, desejos, caprichos, poderes, etc. que precisam ser cortados de nós (mãos, pés, olhos) a fim de que não se perca a inteireza do ser. Ora, isto é ante “psicológico”.
Paulo diz o que acima declarou. Esmurrava e reduzia os âmbitos das pulsões e dos desejos a fim de não se tornar escravo enquanto falava de liberdade. Ora, isto também não é “psicologicamente sadio”, diriam muitos.
Entretanto, no próprio texto, Paulo admite que haja um eu profundo que faz a gestão do que é meu (corpo), mas não sou eu. Sim! É meu, mas não sou eu.É o “meu” contra o que sou “eu” justamente aquilo que, em nome do meu, se impõe contra a vida, como direito do instinto, expresso na linguagem do “corpo”.
Há, todavia, um eu (eu reduzo meu corpo à escravidão), o qual não é instintual no desejo, mas consciente nas decisões que toma visando algo maior e mais elevado do que a basicalidade do instinto sem dono.Assim ficaria o texto de Paulo:
Eu esmurro o meu corpo e eu o reduzo à escravidão, para que depois de eu ter pregado a outros, eu não venha a ser desqualificado...
Desse modo há um eu que deve ser maior do que o que é meu sem ser eu, no sentido mais profundo do termo.
O que de fato gera sombra e neurose no ser não é a negação do instinto quando deseja colocar o eu sobre a escravidão dos desejos e caprichos.
O que gera sombra e neurose é justamente negar ao eu a verdade, entregando-se aos desejos caprichosos como se fossem essenciais e senhores de nosso sentido de ser.
Ou então, neurose e sombra crescem em nós quando entramos no processo de negação da verdade em razão de que nos submetamos às leis externas da moral e do capricho, quando elas nada têm a ver com a verdade do Evangelho.
Hoje há muita gente pensando que liberdade em Cristo é a graxa que enseba nossos caprichos como se fosse unção para pecar, e isso sem nem mesmo se ter a consciência de que se está pecando contra o sentido da vida.Também há daqueles que chamam o que é meu como se fosse o que seja eu. O meu é meu, mas não sou eu. Eu sou maior do que o que é meu. O eu não é feito de coisas que não sejam apenas o eu em essência.
Desse modo, sem neura e sem frouxidão, sou chamado a dizer não à escravidão dos desejos e caprichos que existem em mim apenas esperando serem chamados de “eu” pela minha entrega aos caprichos.
Quem assim entende, dá ao corpo (instinto) todas as comidas das quais o corpo-instinto se serve. De alimentos à sexualidade e sensorialidade sadios. Mas não se entrega aos desejos absurdos do corpo de escravidão.
O Evangelho, sendo seguido, não introjeta sombra quando alguém reduz o corpo à escravidão. O que introjeta sombra é moral como mentira, é a média das opiniões feitas lei, e sem razão de ser.
O que introjeta sombra é negação daquilo para o que a verdade diz sim, mas a moral diz não. É somente na luta contra a verdade que as sombras crescem em nós.Pense nisso!
Nele, que é Aquele que disse que mãos, pés, e braços desarmônicos com o eu podem e devem ser amputados para que o eu fique inteiro,
Esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que depois de ter pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado...
Paulo
Declaração como a de Paulo acima é objeto de rejeição natural por parte de quase todas as escolas de psicologia e psicanálise.
O que se diz é que se trata de um comportamento de repressão instintual, em razão de que para Paulo o “corpo” existiria em contraposição ao espírito; e, assim sendo, Paulo diria “não” a todas as suas pulsões instintuais, quase todos “imorais” ou “a-éticas”, e, portanto, contrarias ao comportamento cristão, mas cuja supressão ou repressão seriam extremamente danosa ao ser, fosse gerando sombra, fosse criando um neurótico do são comportamento.
Mas a revelação do sentido da saúde humana no Evangelho nem sempre leva sempre em consideração os axiomas das ciências da alma.
Para Jesus, por exemplo, para o bem do ser, há coisas, membros, pulsões, desejos, caprichos, poderes, etc. que precisam ser cortados de nós (mãos, pés, olhos) a fim de que não se perca a inteireza do ser. Ora, isto é ante “psicológico”.
Paulo diz o que acima declarou. Esmurrava e reduzia os âmbitos das pulsões e dos desejos a fim de não se tornar escravo enquanto falava de liberdade. Ora, isto também não é “psicologicamente sadio”, diriam muitos.
Entretanto, no próprio texto, Paulo admite que haja um eu profundo que faz a gestão do que é meu (corpo), mas não sou eu. Sim! É meu, mas não sou eu.É o “meu” contra o que sou “eu” justamente aquilo que, em nome do meu, se impõe contra a vida, como direito do instinto, expresso na linguagem do “corpo”.
Há, todavia, um eu (eu reduzo meu corpo à escravidão), o qual não é instintual no desejo, mas consciente nas decisões que toma visando algo maior e mais elevado do que a basicalidade do instinto sem dono.Assim ficaria o texto de Paulo:
Eu esmurro o meu corpo e eu o reduzo à escravidão, para que depois de eu ter pregado a outros, eu não venha a ser desqualificado...
Desse modo há um eu que deve ser maior do que o que é meu sem ser eu, no sentido mais profundo do termo.
O que de fato gera sombra e neurose no ser não é a negação do instinto quando deseja colocar o eu sobre a escravidão dos desejos e caprichos.
O que gera sombra e neurose é justamente negar ao eu a verdade, entregando-se aos desejos caprichosos como se fossem essenciais e senhores de nosso sentido de ser.
Ou então, neurose e sombra crescem em nós quando entramos no processo de negação da verdade em razão de que nos submetamos às leis externas da moral e do capricho, quando elas nada têm a ver com a verdade do Evangelho.
Hoje há muita gente pensando que liberdade em Cristo é a graxa que enseba nossos caprichos como se fosse unção para pecar, e isso sem nem mesmo se ter a consciência de que se está pecando contra o sentido da vida.Também há daqueles que chamam o que é meu como se fosse o que seja eu. O meu é meu, mas não sou eu. Eu sou maior do que o que é meu. O eu não é feito de coisas que não sejam apenas o eu em essência.
Desse modo, sem neura e sem frouxidão, sou chamado a dizer não à escravidão dos desejos e caprichos que existem em mim apenas esperando serem chamados de “eu” pela minha entrega aos caprichos.
Quem assim entende, dá ao corpo (instinto) todas as comidas das quais o corpo-instinto se serve. De alimentos à sexualidade e sensorialidade sadios. Mas não se entrega aos desejos absurdos do corpo de escravidão.
O Evangelho, sendo seguido, não introjeta sombra quando alguém reduz o corpo à escravidão. O que introjeta sombra é moral como mentira, é a média das opiniões feitas lei, e sem razão de ser.
O que introjeta sombra é negação daquilo para o que a verdade diz sim, mas a moral diz não. É somente na luta contra a verdade que as sombras crescem em nós.Pense nisso!
Nele, que é Aquele que disse que mãos, pés, e braços desarmônicos com o eu podem e devem ser amputados para que o eu fique inteiro,
Caio
06/05/07
Lago Norte
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
o silencio do trigo e o barulho do jóio

É impressionante como o mundo está cheio de trigo, embora seja o joio quem dê as cartas na História.
O trigo existe em abundancia, mas é discreto, sem voz alta, sem projeto de ser nada além de pão, sem ambição além do chão, sem pretensão a viver sem antes morrer.
O joio, entretanto, tem o chão, tem a imagem do trigo, mas não dá fruto e nem se torna pão. Por isto, tendo o mesmo chão, tendo a mesma imagem, mas não se tornando pão, o joio não quer morrer, ambicionando existir como clone daquele que dá fruto: o trigo.
O trigo dá fruto depois que morre. O joio não quer morrer, pois seu único fruto é sua própria existência.
O trigo é discreto, posto que o que é, é. O joio só tem sua imagem a projetar. Por isto, se mistura e se confunde entre os que são.
O trigo é forte como a fraqueza que se multiplica em vida, vida, vida... O joio é forte como aquilo que só tem a si mesmo... E mais nada além de si.
Entretanto...
Os dias são maus. Portanto, a legião de trigos tem que viver sua discrição com coragem ousada, pois Deus não deu aos s trigos espírito de covardia, mas de poder, de amor, e de moderação.
As armas dos trigos não são como as dos joios. Os joios vão na força do estelionato, das mascaras, das aparências, das imagens, do poder de controlar, e, sobretudo, da mãe de todos esses males, que é a hipocrisia. O negócio do joio é parecer e aparecer. Mas não é...
O trigo, porém, precisa combater dando muito fruto, e, para tanto, não tendo medo de morrer; pois, se não morrer, fica ele só, mas se morrer, aí sim, produz muito fruto.
Se os seres trigo da terra decidissem viver sem covardia, mas com poder, amor, e moderação — nenhum poder no planeta seria mais forte do que esse.
O Pão da Vida convida todos os trigos a se oferecerem à morte mediante a entrega e a confiança, para que produzam muito fruto, e, assim, dêem ao mundo a chance de pelo menos saber que nem tudo o que se parece com trigo, é trigo; que nem tudo o que se parece com joio, é joio; e que tudo o que é trigo, dá fruto; embora haja trigos que são genuinamente trigo, mas que não estão dando fruto.
A questão não é fazer o joio acabar (esse, segundo Jesus, será trabalho para anjos) — mas ajudar o trigo a não temer morrer; e, assim, dar muito, muito fruto.
O joio continuará tentando substituir amor por poder, bondade pessoal por instituições de ajuda, boa vontade por engajamento político, misericórdia por militância ideológica, amor ao próximo por serviço religioso, adoração a Deus por show musical, pregação da Palavra por sedução mágica, e tudo o mais que o joio se especializou a praticar como estelionato contra a verdade, o amor, e a genuína fé.
Ao trigo, porém, diz o Senhor:
“Não fostes vós que me escolhestes a mim, mas eu vos escolhi a vós outros; e vos designei para que vades, e deis fruto, e vosso fruto permaneça”.
Nele, que assim falou,

Jesus iniciou seu ministério na Galiléia fazendo um convite: SIGA-ME...! E foram exatamente tais palavras que desencadearam uma DOCE REVOLUÇÃO nos corações daqueles que ouviram, creram e andaram... A partir daí, o mesmo convite passou a ser uma convocação dita pelos que foram encontrados por Jesus aos que iam sendo encontrados pelo caminho. "VEM E VÊ!..." era o que diziam todos os que já haviam provado da revelação da Graça em Jesus. Com isso, temos aprendido que no Caminho não se diz "vai"... no Caminho se diz "vem"!Portanto, meus queridos amigos do Caminho, este foi o convite feito a você... VEM E VÊ! E você provou que no CAMINHO há abundancia de VIDA para todo aquele que crê em VERDADE no Evangelho da Graça. Ou não é assim na sua vida?! Se é... então, agora é HORA de fazermos com que esse convite seja ouvido por muitos outros...Você é um chamado para fora [para servir]; para dentro [a fim de se enxergar]; para frente [pois, tudo adiante de nós ainda está]; e para cima [a fim de crescer]; mas nunca será chamado a retroceder.Se alguém ouvir e crer; e levantar-se para a Vida em nome de Jesus, esse é membro da Doce Revolução!É hora de chamar para a vida a prática do Evangelho... Ouça aqui uma mensagem pregada pelo Pr. Caio no La Salle.Você vem?
domingo, 27 de janeiro de 2008
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
A roupa contaminada pela carne !

A Epistola de Judas, pretende ser o que de fato é, uma Epistola e seu conteúdo tende a ser direto, claro e trazer várias reflexões importantes sobre a fé Cristã. No entanto quero me ater em um versículo,sem tira-lo do contexto, que se encontra em Judas v.23b“... detestando até a roupa contaminada pela carne “Nosso problema são as definições que temos sobre a palavra carne.Para Paulo, carne era toda produção humana de justiça própria e/ou aquilo que era fruto de nossas compulsões de satisfação própria(filipenses 3 :3). Ora, para JESUS carne era tudo isso e muito mais posto que não se vê Jesus atribuindo carnalidade a nada que não fosse produto ou sub-produto da natureza caída de agradar a Deus pela via da justiça própria e que via no ego ,a sua satisfação.Nesta epistola Judas esta, o tempo todo, falando sobre a falsificação da verdade, a mentira do ser, a dissimulação das intenções e de “pastores que apascentam a si mesmos” pois nos últimos dias haverá escarnecedores andando segundo suas ímpias paixões,ou seja,segunda o desejo de auto-glorificação e satisfação.A carne contamina tudo!. Contamina a consciência , contamina a língua , contamina a alma e contamina a roupa. E aqui, antes de ser um ensino moral-cristão , o que se esta afirmando é que se deve detestar tudo o que se propõe a ser objeto de divulgação da adulteração da verdade do ser ou que ,se proponha a ser reflexo do engano e da mentira.A” Roupa contaminada pela carne “ não é a sunga que se usa na praia nem o biquini.Não é a saia ,a calça comprida, nem a bermuda curta, nem o vestido com decote, nem a blusa sem manga pois são os olhos a lâmpada do corpo e o mal esta no olhar de quem vê. A roupa contaminada pela carne é aquilo que se usa com o fim de propor qualquer diferenciação com o próximo, qualquer interesse de se sobrepujar o outro, de fazer dela ambiente de luxuria,soberba,presunção e é claro, aparência externa.Neste sentido, vestir-se de terno e gravata como pretensão de ser algo ou um ser diferenciado dos demais pelo que se veste , é tanto fruto da carne e da contaminação da carne quanto vestir-se com pouca ou nenhuma roupa com o objetivo de seduzir alguém e leva-lo ao adultério. Nosso problema é que achamos que carne só se refere a aquilo que entendemos como fruto da moral. Quando a vestimenta esta contaminada pela cobiça, luxuria, vaidade , soberba , arrogância esta tão ou mais contaminada do que as vestes que julgamos “profanas”. Um amigo meu contava-me esta semana que ao ir numa igreja de terno e gravata (pois depois iria a um casamento num sítio e seria padrinho da cerimônia católica) fora chamado no gabinete pastoral e repreendido pois ,segundo o pastor, se ele saísse dali de terno e gravata e, depois fosse a uma festa “Ímpia”, as pessoas pensariam que ele era diácono ou mesmo pastor daquela igreja e ao verem ele bebendo cerveja, a “imagem” da igreja ficaria ruim.Quando a consciência esta contaminada pela carne, o medo é com a “imagem”.É o culto a imagem que judas esta condenado na epistola.O reino de Deus nada tem haver com o que se veste; ou se come ou se bebe; ou se usa, mas com o que se é, e se a luz que há em ti forem trevas , quão grandes trevas serão.Não se vê Jesus fazendo comentários sobre vestes de prostitutas e meretrizes, contudo ele não poupa a arrogância e aparência de piedade dos religiosas que, por pura soberba e presunção, se diferenciavam dos demais, alongando seus” filactérios” , suas franjas e suas vestes como suposto sinal de santidade que nada mais é do que fruto da carne.Portanto, seja a vossa moderação conhecida de todos os homens sem se contaminar por qualquer sentimento mesmo que seja aparentemente de piedade, pois no fim, revela seu caráter diferenciador , soberbo e carnal.Antes de se preocupar com o que se veste, preoculpe-se com o que você é.Carlos e tantos outros que já cansaram dessa baboseira toda.
kallminhando ... Ela é o poeta ! na vida do evangelho e o evangelho na vida .

A SÍNDROME DE ANANIAS E SAFIRA EM DIAS DE TANTOS PAPÉIS A REPRESENTAR
Só foge da MENTIRA DE SER quem conhece sua identidade em Cristo!
Quem conhece a Graça de Deus sabe a Quem pertence, quanto vale e para onde vai.
Quem não conhece a Graça de Deus e o quanto é irreversivelmente amado por Ele, se confunde com os papéis que exerce nessa vida, e a vida, então, fica toda artificializada, pois o cara vira aquilo que ele representa, vira aquilo que faz, vira aquilo que possui ou aquilo que o possui.
E que exemplo prático eu daria?
Ora, no mundo de hoje, nós todos representamos muitos papéis. Em certo sentido, temos muitas vidas. Quase todo nosso tempo é ocupado com o trabalho, onde exercemos papéis que não são os mesmos que realizamos em casa.
Veja meu caso: Sou professor universitário de gente bem nova (graduação de Odontologia), e de gente mais experiente (pós-graduação de Ortodontia); e ademais, sou também aluno no Mestrado. Sou profissional de saúde com todos os requisitos ético-comportamentais relacionados à profissão, sendo ainda, funcionário público municipal. Sou orientador espiritual no Caminho da Graça, e pastor na vida de muita gente do Rebanho de Deus. Ora, e tenho minha família, sou marido, sou pai, sou filho. Tenho prazer nessa rotina. E uma gratidão de encher o peito a cada dia!
Mas, veja: São múltiplos papéis, mas uma só pessoa. São múltiplas funções, mas uma só identidade. São assuntos diferentes, importâncias diferentes, prioridades diferentes, alvos diferentes, e eu preciso ter senso de propriedade e de contexto em cada atividade. A roda que se fala de política, não é a mesma que se fala de futebol.
Eu não prego um sermão na aula de ortodontia, e não dou aula de ortodontia no púlpito do Caminho. Mas, saibam: é a mesma pessoa a exercer tudo isso, sem pirar (ou quase sem pirar,vai!).
Por quê?
Porque conheço minha identidade em Cristo. Sei quem sou Nele. Sei que me misturo com a vida, mas tenho um depósito guardado Nele. Sei que meu valor não está nas coisas, mas naquilo que sou Nele, por Ele e para Ele. Não preciso me agarrar a cargos, funções, ofícios e títulos, porque tais coisas são relativas. São valores não perenes. São meios, não fins. Não busco finalidade nas coisas que faço, pois conheço minha finalidade Nele. Eu começo Nele, e terminarei com Ele.
E é só assim que não se fica louco hoje em dia, quando as pessoas são reconhecidas só pelo que tem ou representam socialmente.
Antes de qualquer coisa, esteja convicto que: Você é filho amado do seu Pai.
Quando eu encontrei a Cristo, encontrei a mim mesmo; encontrei-me Nele. Quando o busquei, encontrei-me comigo.
Quando a máscara se cola à cara, nossa identidade se confunde, e a alma se abate e se debate em crises existenciais monstruosas e vem um stress e um cansaço danados.
Eu já experimentei isso, quando fazia um monte de coisas para as quais meus sentimentos não eram dos melhores; era um monte de coisas que não estava em mim... Era uma dieta à base de sapos e camelos até surtar, enfastiado!
Um dia ouvi o pastor Ariovaldo Ramos dizer que: “A árvore que não se dobra ao vento, não sobrevive à tempestade!”
Vejo Jesus carregado dessa saudável flexibilidade em resposta às exigências da vida e da Missão, enquanto por dentro, mantinha sólida base relacional com o Pai, cheio de consciência de Quem Ele era: "Antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai ... sabendo este que o Pai tudo confiara às suas mãos, e que viera de Deus, e voltava para Deus, levantou-se..."
Ceia, traiçao, negação, julgamento, escárnio, zombaria, tentações, abandono, dor, contradição... Mas sempre sabendo de onde viera, e para onde voltaria!
Portanto, só quem sabe quem É em Cristo, sabe passar pelo dia mau, sem se perder. Sabe enfrentar as tormentas sem se despedaçar. Sabe que, mesmo dobrado, continua árvore! Quando a mata está escura e sem lua, só a luz que vem de dentro pode iluminar o ser!
Pense, então, a respeito!
Paz em tudo que você faz!

O Difícil Retorno ao Essencial
Por Caio Fábio
“Voltar ao primeiro amor” é o mesmo que dizer volta à “Videira Verdadeira”, retorna à seiva da Vida, volve ao lar e à intimidade do Pai, busca e fica no que um dia já foi “a melhor parte” para você.
O “primeiro amor” aniquila qualquer que seja a outra forma de amar. Quando Jesus falou isto, no Apocalipse, o que Ele via era a Igreja em Laudiceia amando a ortodoxia, a doutrina certa, e o compromisso com o que é correto.
Tudo muito bom, mas tudo muito morto!
Sim! Lindo para a religião dos fiéis contra os infiéis, mas totalmente nulo ante Aquele que não nos chamou para amar doutrinas, mas sim a Ele, e isso numa relação pessoal, ou mesmo numa relação de natureza conjugal, conforme Deus com Israel e Cristo com a Igreja. Ou seja: uma relação de amor que me põe casado com Deus em amor e verdade.
Quem perdeu o primeiro amor perdeu...

De onde tirei essa idéia
A primeira coisa ao mesmo tempo evidente e terrível a se reconhecer é que o texto não é idêntico à sua interpretação. Texto algum bastará para fazê-lo abraçar essa convicção, mas se você chegar até aqui, se for capaz de ultrapassar esse ponto, poderá palmilhar sozinho o restante do caminho. Não precisará mais de mim, dos parágrafos seguintes ou de texto algum.
As sociedades construídas ao redor da palavra escrita vivem debaixo de uma maldição e de uma contradição. A maldição está em que as palavras não existem no mundo real, são sinais mágicos, aproximações e convenções que tatuamos no papel e que só têm vida e realidade na mente de quem acontece de estar pensando nelas. A contradição está em que, embora nos afirmemos leais às palavras e ao sentido das palavras, somos na verdade leais à vida artificial que imprimos (ou deixamos que outros imprimam) às palavras na nossa própria mente. Afirmamos fidelidade e reverência ao texto, mas na realidade somos fiéis à interpretação que elaboramos para o texto na nossa cabeça

Por kall-minhando...
Não existe oração errada. Aliás, a oração errada é aquela que não é feita. A Bíblia Sagrada ensina que se deve orar a respeito de tudo. Orar por qualquer motivo, qualquer hora, qualquer lugar, sempre que o coração não estiver em paz. Tão logo o coração experimente apreensão, preocupação, medo, angústia, enfim, seja perturbado por alguma coisa, a ação imediata de quem confia em Deus é a oração.O apóstolo Paulo diz que não precisamos andar ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, com ação de graças, devemos apresentar nossos pedidos a Deus, tendo nas mãos a promessa de que a paz de Deus que excede todo o entendimento, guardará nossos sentimentos e pensamentos em Cristo Jesus (Filipenses 4.6,7). A expressão "coisa alguma' inclui desde uma vaga no estacionamento do shopping center quanto o fechamento de um negócio, o desejo de que não chova no dia da festa quanto a enfermidade de uma pessoa querida.Esta experiência de oração é chamada de oração simples: orar sem censura filosófica ou teológica, orar sem se perguntar "é legítimo pedir isso a Deus?" ou "será que Deus se envolve nesse tipo de coisa?"
uma coisa tenho certeza muitos só hora no limite ...
continue lendo
continue lendo
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

O MILAGRE É A VIDA
Quem não discerne que o milagre é a vida, e que o resto que de bom seja, é apenas força e alegria para viver — nunca aprenderá a viver nesta terra de nascimentos chorados, de gozos doídos, de partos arrancados, de uniões entre espinhos; e de necessidade de paciência e perseverança em amor, assim como se necessita de pão, água, ar e calor.
No domingo, já tarde para uma casa em saudade, uma moça veio aqui e entrou no quarto de minha mãe e jogou-se em cima dela, que dormia, dizendo: “Como eu vou viver sem ele?” E gritava isto com insistência, assustando minha mãe. Eu peguei a moça e a levei para a garagem da casa e conversei com ela.
“Você não sabe o que é ficar sem ele!...” — me afirmava ela, que vinha aqui de tempos em tempos, e apenas quando não tinha outra alternativa, em razão da escolha suicida que ela fez e que mantém: viver cheirando pó.
Eu não sei o que é ter que viver sem ele...
Eu?
O fato é que aquela moça bem expressa a verdade acima, ensinada a mim por meu pai:
A pessoa que não discerne que o milagre é a vida, e que o resto que de bom seja é apenas força e alegria para viver — nunca aprenderá a viver nesta terra de nascimentos chorados, de gozos doídos, de partos arrancados, de uniões entre espinhos; e de necessidade de paciência e perseverança em amor, assim como se necessita de pão, água, ar e calor.
Quem não vê a existência assim, jamais encontra vida na existência.
Busca, busca e nunca acha nada.
Só vê vida na existência aquele para quem a vida é o milagre e a existência é a conseqüência. Não importando “o quê”. Pois, já não há mais “quês” depois que a vida é o milagre em si.
Sim! Quem não vê a vida assim é capaz de achar que sua dor longínqua e egoísta é sempre a maior do mundo; e que nesta vida não se tem razão alguma para existir se alguém não viver por nós.
A tristeza é constatar que a fraqueza humana que só aumenta frente à existência, é o amargo fruto de não se ver claramente que a existência é secundaria onde o milagre é a vida.
Pense nisso!
Caio
kallminhando
APENAS NO AMOR ABSOLUTO A VERDADE É ABSOLUTA
Na boca de um homem mal intencionado e corrompido pela sua própria culpa — em insistindo ele em supostamente andar na Graça que não crê para a sua própria vida, portanto, não provando para si mesmo a Boa Nova — até a verdade se torna mentira; pois, mente pela sua própria existência contra a verdade na qual crê apenas para os outros, mas não para ele mesmo.
Assim, mais uma vez, sem amor nada nos aproveitará. Posto que somente o amor faz a verdade ser Verdade na vida de alguém; pois, sem amor, mesmo tudo que seja Realidade, não é Verdade para Deus no homem; portanto, sendo apenas algo existente, mas não Vivente; visto que somente o amor faz do existente um Vivente.
A Realidade é para o Existente. Já a Verdade é para o Vivente. Porém, a Verdade só se ambienta para a Vida como Amor. Assim, nem todo Existente é Vivente, pois só há Vida para um ente-existente na prática e no conhecimento da Verdade em Amor; pois Deus é amor. Deus, Amor, Verdade e Vida. Deus é amor. Portanto, nada se faz autêntico sem amor. Nem tampouco sem ele pode haver verdade ou vida. Mas apenas realidade e existência...
Foi por isto que eu disse que o homem que anda sob a culpa, porém, ambiguamente caminhando sobre a pressuposição de que a Verdade pode ser praticada e usufruída em meio ao ódio, à indiferença ou ao desamor — ainda assim imagina que alguma mágica religiosa, ou moral-exterior, ou feita de arrogância e superioridade ética, ou mesmo como farisaica e religiosa justiça-própria, o haverá de salvar da cova que cava com a boca e com os atos de intriga e ofensa.
É acerca desses que Deus diz que até as suas orações se tornam uma abominação, mesmo que concluídas “em nome de Jesus”.
É quando a oração vira macumba.
Sem amor toda crença é magia. Pois até a fé que crê sem amor crê magicamente mais em si mesma do que em Deus. Pois Deus é amor.
Jesus não ressuscitou dos mortos porque o Pai o amava, mas porque Ele andou de modo absoluto no amor do Pai. A ressurreição não foi magia, foi Fruto do Amor, que é Vida.
Assim,...
Todas as vezes que enxergo que vi, pensei, agi, respondi, falei, doei; ou qualquer outra coisa; porém sem amor, mas por hábito, ou por orgulho, ou por ressentimento, ou por juízo, ou por verdade, todavia, sem amor [posto que o amor é impossível entre essas coisas] — choro por ter jogado fora uma outra chance de ser, de crescer, de significar em Deus; embora eu creia no Dia que se chama Hoje; e nas muitas chances que este novo instante [de texto-tempo-eterno] me dá quanto a me confessar em verdade como homem diante de Deus, de mim mesmo, e de vocês também... Então sei... Mas sei que quando me deixo levar por qualquer coisa que não seja amor simples, perco as coisas excelentes, e escolho sabedorias inferiores, as quais, não são inocentes, posto que nos moldem o espírito.
O ramo que dá fruto Ele limpa para que produza mais fruto ainda. Mas o que pensa que pode viver desconectado Dele [fora do amor em verdade e da verdade em amor], esse é como o ramo que se confessa na Videira, mas que de fato existe fora dela; e, por isso, por mais ativo que esteja, não dá o fruto do amor, e, assim, faz muitas coisas em nome de Deus e de Jesus, porém sem amor; mas apenas por vaidade, insegurança, narcisismo, poder, sensualidade, teatralidade, carnalidade básica e animal, pagã e fetichista — sendo esta a razão para que ele, que já se pôs fora da Videira, seja deixado onde se colocou, a fim de que conheça o inferno, e seja queimado pelo fogo da existência, até que se converta, e seja enxertado na Videira em total permanência na Palavra do Amor na Verdade, e na fé que se expressa em amor ao próximo e aos irmãos, pondo-nos na posição de servos uns dos outros e imersos em absoluta confiança na Graça da Cruz, que é o poder que nos faz orar com confiança, descansar em paz, e crer sem temor; recebendo tudo com alegria, enquanto se vive na certeza de que o Amor de Deus pavimenta o nosso caminho no Caminho.
A Árvore da Vida só tem um fruto simples e eterno: Amor. O conteúdo do Amor é verdade, alegria, justiça, paz, bondade, longanimidade, paciência, esperança, perseverança, mansidão e domínio próprio.
“Eu vos designei para que vades, e deis fruto, e o vosso fruto permaneça” — disse Jesus.
Assim dizendo, Ele não nos enviava para uma competição de frutos e obras, mas para a simplicidade da experiência do amor na plenitude de seus conteúdos.
Só que isto nada tem de intimista ou de verborrágico, afinal, não é de palavras, mas sim de fato e de verdade que somos chamados a amar. Trata-se de uma designação para ser. E de um ser-sendo; posto que Ele diga: “... vos designei para que vades...” O ser se torna fruto. O fruto é alimento na existência e na Vida.
Há muitos “ramos” que se excluíram da Videira pela incredulidade e pela falta de consciência da Graça e da Justiça da Fé; e que, por isso, arrogaram-se a existir para e por Deus por conta própria. Esses, mesmo quando excluem outros ramos, o fazem aumentando os infernos no qual já vivem; tornando-se cada vez piores em razão de que sua culpa já se transformou em raiva contra a Verdade; por isto é que estão no fogo do inferno existencial, até que se convertam; e, pela Graça sejam enxertados na Videira.
Esta é uma linguagem humana para expressar um sentir humano, e não um teorema sobre o Tempo, a Eternidade, a Soberania de Deus e a Liberdade do homem.
Já passei dessas bobagens faz tempo.
Falo apenas de como um ente humano se sente quando existe de Deus, mas vive sem Ele. E todo aquele que estiver em tal estado entenderá o que estou dizendo. Também me compreenderão os que já estiveram em tal estado e não esqueceram da Bondade que os alcançou. Os demais, mesmo assim, perderão tempo discutindo “a minha teologia”. Rsrsrs.
Nele,
Caio
21/11/07
Lago Norte
Brasília
DF
Na boca de um homem mal intencionado e corrompido pela sua própria culpa — em insistindo ele em supostamente andar na Graça que não crê para a sua própria vida, portanto, não provando para si mesmo a Boa Nova — até a verdade se torna mentira; pois, mente pela sua própria existência contra a verdade na qual crê apenas para os outros, mas não para ele mesmo.
Assim, mais uma vez, sem amor nada nos aproveitará. Posto que somente o amor faz a verdade ser Verdade na vida de alguém; pois, sem amor, mesmo tudo que seja Realidade, não é Verdade para Deus no homem; portanto, sendo apenas algo existente, mas não Vivente; visto que somente o amor faz do existente um Vivente.
A Realidade é para o Existente. Já a Verdade é para o Vivente. Porém, a Verdade só se ambienta para a Vida como Amor. Assim, nem todo Existente é Vivente, pois só há Vida para um ente-existente na prática e no conhecimento da Verdade em Amor; pois Deus é amor. Deus, Amor, Verdade e Vida. Deus é amor. Portanto, nada se faz autêntico sem amor. Nem tampouco sem ele pode haver verdade ou vida. Mas apenas realidade e existência...
Foi por isto que eu disse que o homem que anda sob a culpa, porém, ambiguamente caminhando sobre a pressuposição de que a Verdade pode ser praticada e usufruída em meio ao ódio, à indiferença ou ao desamor — ainda assim imagina que alguma mágica religiosa, ou moral-exterior, ou feita de arrogância e superioridade ética, ou mesmo como farisaica e religiosa justiça-própria, o haverá de salvar da cova que cava com a boca e com os atos de intriga e ofensa.
É acerca desses que Deus diz que até as suas orações se tornam uma abominação, mesmo que concluídas “em nome de Jesus”.
É quando a oração vira macumba.
Sem amor toda crença é magia. Pois até a fé que crê sem amor crê magicamente mais em si mesma do que em Deus. Pois Deus é amor.
Jesus não ressuscitou dos mortos porque o Pai o amava, mas porque Ele andou de modo absoluto no amor do Pai. A ressurreição não foi magia, foi Fruto do Amor, que é Vida.
Assim,...
Todas as vezes que enxergo que vi, pensei, agi, respondi, falei, doei; ou qualquer outra coisa; porém sem amor, mas por hábito, ou por orgulho, ou por ressentimento, ou por juízo, ou por verdade, todavia, sem amor [posto que o amor é impossível entre essas coisas] — choro por ter jogado fora uma outra chance de ser, de crescer, de significar em Deus; embora eu creia no Dia que se chama Hoje; e nas muitas chances que este novo instante [de texto-tempo-eterno] me dá quanto a me confessar em verdade como homem diante de Deus, de mim mesmo, e de vocês também... Então sei... Mas sei que quando me deixo levar por qualquer coisa que não seja amor simples, perco as coisas excelentes, e escolho sabedorias inferiores, as quais, não são inocentes, posto que nos moldem o espírito.
O ramo que dá fruto Ele limpa para que produza mais fruto ainda. Mas o que pensa que pode viver desconectado Dele [fora do amor em verdade e da verdade em amor], esse é como o ramo que se confessa na Videira, mas que de fato existe fora dela; e, por isso, por mais ativo que esteja, não dá o fruto do amor, e, assim, faz muitas coisas em nome de Deus e de Jesus, porém sem amor; mas apenas por vaidade, insegurança, narcisismo, poder, sensualidade, teatralidade, carnalidade básica e animal, pagã e fetichista — sendo esta a razão para que ele, que já se pôs fora da Videira, seja deixado onde se colocou, a fim de que conheça o inferno, e seja queimado pelo fogo da existência, até que se converta, e seja enxertado na Videira em total permanência na Palavra do Amor na Verdade, e na fé que se expressa em amor ao próximo e aos irmãos, pondo-nos na posição de servos uns dos outros e imersos em absoluta confiança na Graça da Cruz, que é o poder que nos faz orar com confiança, descansar em paz, e crer sem temor; recebendo tudo com alegria, enquanto se vive na certeza de que o Amor de Deus pavimenta o nosso caminho no Caminho.
A Árvore da Vida só tem um fruto simples e eterno: Amor. O conteúdo do Amor é verdade, alegria, justiça, paz, bondade, longanimidade, paciência, esperança, perseverança, mansidão e domínio próprio.
“Eu vos designei para que vades, e deis fruto, e o vosso fruto permaneça” — disse Jesus.
Assim dizendo, Ele não nos enviava para uma competição de frutos e obras, mas para a simplicidade da experiência do amor na plenitude de seus conteúdos.
Só que isto nada tem de intimista ou de verborrágico, afinal, não é de palavras, mas sim de fato e de verdade que somos chamados a amar. Trata-se de uma designação para ser. E de um ser-sendo; posto que Ele diga: “... vos designei para que vades...” O ser se torna fruto. O fruto é alimento na existência e na Vida.
Há muitos “ramos” que se excluíram da Videira pela incredulidade e pela falta de consciência da Graça e da Justiça da Fé; e que, por isso, arrogaram-se a existir para e por Deus por conta própria. Esses, mesmo quando excluem outros ramos, o fazem aumentando os infernos no qual já vivem; tornando-se cada vez piores em razão de que sua culpa já se transformou em raiva contra a Verdade; por isto é que estão no fogo do inferno existencial, até que se convertam; e, pela Graça sejam enxertados na Videira.
Esta é uma linguagem humana para expressar um sentir humano, e não um teorema sobre o Tempo, a Eternidade, a Soberania de Deus e a Liberdade do homem.
Já passei dessas bobagens faz tempo.
Falo apenas de como um ente humano se sente quando existe de Deus, mas vive sem Ele. E todo aquele que estiver em tal estado entenderá o que estou dizendo. Também me compreenderão os que já estiveram em tal estado e não esqueceram da Bondade que os alcançou. Os demais, mesmo assim, perderão tempo discutindo “a minha teologia”. Rsrsrs.
Nele,
Caio
21/11/07
Lago Norte
Brasília
DF
Assinar:
Postagens (Atom)







