
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
evangelho , e o evangelho na vida !!!

amizade .

jim carreyo todo poderoso

festa de fim de ano na empresa

coisa que fazem o mal quando vc faz o bem .
depois da pelada só alegria .
As afirmações abaixo são verdadeiras.
Se você gosta de evitar fazer o mal, não leia.
Caso você deseje fazer o mal, leia.
Se você é bom, leia com atenção. Pode ser que você mude de idéia acerca de você mesmo.
Havendo dúvida, leia assim mesmo.
Havendo certeza, não perca seu tempo. Leia outra coisa.
Não havendo nada para fazer, faça o bem.
Se você não sabe o que é bom, olhe no espelho, abra a janela, beba água, ande, coma, beba, ame, e não se sinta culpado por gostar dessas banalidades. Faz bem!
Preparado? Não fique demais. Não há nada maravilhoso e nem tampouco novo sendo escrito aqui.
Leia então:
1. É mal fazer o bem para todo aquele que é mau. Ele o odiará pela maldade de seu bem.
2. É mal pensar o bem acerca de quem só concebe o mal. Ele usará você sem escrúpulos.
3. É mal desejar que o Bem aconteça a quem o inveje por você ser bom. Ele o julgará superior e o invejará com todo ódio.
4. É mal realizar o bem a quem tem complexo de inferioridade em relação a você. Ele crerá que você o está humilhando.
5. É mal não fazer nada de mal a quem só deseja o mal a você. Ele não agüentará a sua não-resposta às provocações.
6. É mal ajudar o covarde quando ele está em desvantagem. Ele pensará que você é cúmplice.
7. É mal fazer o bem aos que tudo vêem como impuro. Sua bondade será interpretada como frouxidão.
8. É mal fazer o bem aos que o adulam. Eles pensarão que sua bondade é pagamento e tentarão ampliar os negócios com sua alma.
9. É mal fazer o bem a quem não ama. Ele nunca acreditará em você.
10. É mal fazer o bem a quem cobiça. Ele desejará seu bem a serviço dos interesses dele.
Bem, já que é assim, dê uma surra de bondade no mundo!
Transgrida esses princípios sempre. Será para o seu Bem. Espero que você seja incorrigível.
Seja esse pecador. Peque esse pecado. Sofra desse mal. Você está condenado!
Graças a Deus!
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
eles te rouban tudo

este é o local preferido dos meus amigos todo verão soltamos pipa e churrasco direto , tomara q este ano eu consiga uma grana pra terminar meu terraço . morrar em favela e ruim pq pisina só da ´pra fazer no terraço , rsrsrsrs
eu soltando pipa mais o filho de claudinho .
poxa claudinho q Deus te livra das droga e q vc supera esta cadeia q te cerca ! quando vc sair vamos relembras nossos tempos antigos ...
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
só de bbs
01/012/2008
01/012/2008

01/12/2008

esta cara ai do meio e o PR Alisson e o do lado direito e Jorgin xeren e este do lado oposto e um amig do Alisson .
o Alisson pra min e mais q um amigo mais q um pastor somas amigos a varios anos , ele pastoreia a igreja de porto de santana , junto com seu pai , e nos nós damos muito bem ,
conheci este cara em um curso de obreiros em são torquatro e em uma das aulas comesamos a trocar ideia e juntou , q no final das aulas nós já eramos mais q amigos , sempre estamos en contatos eu ele minha familia e a dele , ele continua pastoreando a igreja de porto de santana e eu no caminho da graça ! no mais e so uma amizade verdadeira num mundo de mentiras entre igrejas e religiões .
bjs alisson amu vc e sua familia ! hj e segunda feira mirian esta n quarto fazendo cabelo , ela e jakeline e larissa , e eu estou aki no pc escutando musica ! e no sit do caio ...
bjs a todos .
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
oq e o caminho da graça !

terça-feira, 25 de novembro de 2008
saldade
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
o jardineiro e o tema ...vó te amo .

Postado por Humberto .
quinta-feira, 24 de julho de 2008
quinta-feira, 17 de julho de 2008
kall... tu me amas ?

No entanto, para Jesus, a questão daquela manhã de sol nascente das alturas na quieta praia de Tiberíades era apenas uma: “Tu me amas?”
Até na hora de lidar com a negação e com a traição, Jesus é completamente diferente de tudo e todos, e completamente coerente com Seu próprio Ser-Ensino.
O Verbo se fez carne, por isso o Ser-Ensino de Jesus são um.
O que diriam as nossas lógicas de amor?
“Se ele amasse, jamais teria feito o que fez”—e, assim, se atribui impecabilidade ao amor humano.
“Ama, mas não tem raízes em si mesmo”—diria a sofisticação psicológica.
“É egoísta demais para amar”—diria uma voz moral piedosa e certa.
“É cedo demais para perdoar você. O que fazes aqui entre os outros?”—diria o Mestre das Disciplinas.
“Nunca mais será a mesma coisa. Como poderei confiar em você outras vez?”—diria a razão mais humana e ressentida.
“Pode ser que ainda dê, um dia... quem sabe? Mas você terá que fazer um longo caminho de volta!”—diria um piedoso e quase esperançoso pastor de almas.
“Já que você insiste, verei do que você é feito. Colocarei um diretor espiritual para supervisionar você”—diria um ser crente na fabricação de caráter e de fidelidade.
“Sinto muito, Pedro, mas já não é possível. Você jogou fora a sua chance, embora eu o tenha advertido várias vezes”—diria a razão fria e justa.
“Você está perdoado, sem ressentimentos, vá em paz; pois não há mais clima para a gente prosseguir”—diria o melhor do homens.
“Logo você, em quem tanto confiei! Como pode fazer isso? Explique-me suas razões”—diria o bondoso justo.
“Meu Deus! E pensar que amei tanto você. Eu sou um santo idiota mesmo!”—diria um Deus com alma de esposa ou de marido.
No entanto, Jesus apenas pergunta: “Tu me amas?”
E com isso Ele admite que o amor peca, trai, nega, se engana, enfraquece, pode ser egoísta, é capaz do impensável, é passível de repetir o mesmo erro, não apenas três vezes, mas até setenta vezes sete.
Jesus não estava buscando perfeição, mas apenas um amor que pudesse ser aperfeiçoado no próprio amor... no Caminho.
“Tu me amas?”—pergunta Ele três vezes.
Ao que Pedro responde, dizendo, humilhadamente, um “sim” cheio de vergonha, e até se sentindo um sem caráter por ainda ter a coragem de confessar amor tendo negado.
Pedro diz “sim, sim, sim”... mas não o faz sem a angústia de quem não quer ser visto como cínico!
Pedro ama. Ama com amor que é dele, com o amor que lutava para ser amor no chão raso de sua alma. Mas era amor, e isso ele não podia negar. Ele admitia que negara Jesus, só não podia admitir que não amava Jesus.
Jesus sabe que às vezes se ama apesar de...
Jesus sabe que o único amor que ama sem nenhum apesar de... é o Seu próprio amor, de mais ninguém.
Jesus ama os nossos amores, apesar de... Pois Ele sabe que quem não ama apesar de... esse deve se oferecer para ser o Salvador dos homens.
“Tu me amas?”
Pedro não tem mais o que dizer. Provar amor? Meu Deus! Levaria o resto de sua vida, e teria que demonstrar isso não apenas com ações, nem com palavras apenas, e, se fosse o caso, deveria provar tal amor com dores de alma até a morte.
Pedro não tem meios de provar nada. Não tem o poder de reverter quadros e nem de apagar memórias. E também não suportaria ficar gemendo o resto da vida num canto de sua casa a fim de provar a Jesus que o amava apesar de...
Provar que se ama pode ser o inferno!
Pedro está perdido. Quem o ajudará? Quem testemunhará em seu favor? Quem terá garantias a oferecer em seu nome? Quem seria o fiador de seu fracassado amor?
A esperança de Pedro quanto a provar a Jesus que ele O amava era o próprio Jesus.
“Senhor, tu sabes todas as coisas... e se as sabes, certamente tu sabes que eu te amo!”
Assim, Pedro não tem argumentos, nem explicações, nem mesmo se oferece para padecer como prova eterna de seu amor ...no inferno do amor...
Pedro não quer o inferno do amor... ele quer ser salvo do inferno de sua alma pelo amor... e só Jesus poderia fazer isso, pois somente Jesus sabia o que existia no coração dele.
Assim, ele está tão certo de sua total incapacidade de vencer os fatos esmagadores com argumentos ou mesmo com penitências, que ele apenas recorre a uma certeza: Jesus conhece meu coração!
“Senhor, tu sabes todas as coisas; tu sabes que eu te amo!”
Chega uma hora quando todos os argumentos cessam, quando não há explicações a serem dadas, quando toda fala é cinismo, quando todo gesto parece compensatório e auto-justificatório, e quando toda e qualquer promessa de fidelidade e lealdade apenas cerram sobre a alma a porta da masmorra das infindáveis penitências.
Pedro amava, mas não queria que seu amor fosse sepultado vivo na morte!
A resposta de Jesus é de confiança!
Sim, Ele sabe que Pedro o ama apesar de Pedro, de seu egoísmo, de sua vacilação, de sua pusilanimidade, de seus ímpetos inconseqüentes, de suas coragens pouco resistentes, de seus vícios de fuga...
“Pastoreia as minhas ovelhas... os meus cordeirinhos... esse povo que me ama como tu... que ama e que trai... Tu, que agora sabes quem és, pastoreia nesse amor esses que são como tu mesmo”.
E conclui: “Agora, vem, e segue-me...”
Jesus não bota o amor de castigo, parado no ponto e na esquina da negação, frizado na vitrine do espetáculo da fraqueza, preso para sempre aos seus próprios pecados.
Jesus sabe que a cura para a traição e a fraqueza só acontece no caminho, enquanto se O segue, e no chão da vida, onde o amor terá a chance de ser amor, e não negação.
Trai-se na vida. Ama-se na Vida. Nega-se na vida. Se é curado na Vida. Somente na vida o que é, é; e pode se manifestar!
Sem que seja assim o que resta é deixar Pedro em Tiberíades para sempre, envolto nas malhas de suas angústias, pescando os peixes que fogem dele, existindo numa seqüência de dias que já lhe são o próprio inferno.
Nossa salvação é uma só: O Senhor sabe todas as coisas, e quem sabe que ama apesar de... não tem outra chance se não confiar no que Jesus sabe em nós e acerca de nós, pois se o que há em nós é verdade, Ele em nós aproveitará toda verdade de amor para o nosso próprio bem.
Confie. Ele conhece você!
Caio
prima .

Quem ama nunca está só e nunca perde nada e nem ninguém.
Todos aqueles que nos são amados, quando se vão pela porta da morte física, deixam-se vivos em nós, em nosso amor, em nossos lembranças e sorrisos, e, além disso, nas muitas memórias de vida e significado de cada um.
Quando meu filho Lukas se foi eu não conseguia “passar a revista telefônica” nos filhos, ligando todos os dias para cada um deles, sem incluir, na ordem de idades, o número do Lukas. Muitas foram as vezes em que liguei para ele sem lembrar que ele já não atenderia. E não foram poucas as vezes em que tocou, tocou, tocou, até que do outro lado eu ouvisse a voz dele dizendo: “Aqui é o Lukas. Pode deixar a sua mensagem!” Então, mandei desligar o telefone celular dele, pois, os sustos eram de matar de dor e saudade. Ora, mesmo não ligando mais para o número dele, todavia, cada vez que vou chamar os filhos, ele aparece na lista de meus chamados. Sim! Quatro anos depois!
Com meu pai não está sendo diferente. Tenho impulsos diários de ligar para ele e falar de tudo, como era antes. Então, acordo... de olhos abertos. Além disso, minhas heranças dele foram a muleta e a bengala sobre as quais ele andou a vida toda. Eu as trouxe para casa e as pus num móvel iluminado de baixo para cima, de modo que a sombra dos elementos se projeta na parede. Todos os dias eu passo lá e dou uma cheirada na muleta, pois ela ainda carrega o odor de meu velho e amado pai. Outras vezes vou passando e vejo a muleta, e, como onde ela sempre esteve ali ele estava, logo me vejo esboçando um “paizinho” como início de conversa.
Alguém diria: Mas você gosta de sofrer?
Não! Eu gosto é de amar; eu gosto é de lembrar tudo o que é amor; eu gosto é de lamber a verdade de tudo aquilo que em mim é amor!
Tais dores fazem melhor o coração!
Nele, em Quem todos vivem,
Jesus lia as escrituras

A questão, porém, é outra: Como Jesus lia as Escrituras?
Ou como ouvia as palavras dela? Aqui falo do modo como Jesus interpretou as Escrituras, e do espírito de entendimento que Ele nos dá a fim a discernirmos a Palavra na Escritura. Isto porque Jesus diz que Suas palavras são a Palavra, e nos recomenda que as percebamos como espírito e vida, e não como letra estática, morta, mumificada, e que se oferece para exumação aos “Caçadores de Múmias”, nos quais se tornaram muitos exegetas e hermeutas da Escritura.
Um exemplo extraordinário está mostrado em Lucas 20: 27-40 e Mateus 22: 23-33. A narrativa diz que chegaram alguns dos saduceus, que diziam não haver ressurreição—e que também não criam em anjos e em coisas do gênero—, e perguntaram-lhe: Mestre, Moisés nos deixou escrito que se morrer alguém casado, porém sem filhos, o irmão dele deve casar-se com a viúva de seu irmão, a fim de lhe suscitar descendência. Pois bem, havia, entre nós sete irmãos. O primeiro casou-se e morreu sem filhos; então o segundo, e depois o terceiro; e assim todos os sete tanto se casaram com ela, como também morreram, sem deixar filhos.
Ora, os saduceus não criam em ressurreição, e nem em anjos. Jesus ensinava o oposto.
Alguém diria: que sorte da mulher deles! Enfim, morreu também a mulher.
Todos estavam ouvindo. Então, eles disseram: Agora é o problema.
Nossa questão é a seguinte:
Na ressurreição, de qual deles será ela esposa, pois os sete por esposa a tiveram? Respondeu-lhes Jesus: Errais não conhecendo as Escrituras e nem o poder de Deus. Os filhos deste mundo casam-se e dão-se em casamento; mas os que são havidos por dignos de alcançar o mundo vindouro, e a ressurreição dentre os mortos, nem se casam nem se dão em casamento; porque já não podem mais morrer; pois são como os anjos nos céus, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição. E já que eles tinham usado o letrismo de Moisés a fim de criar uma Escritura, literalmente, sem espírito, Jesus também lhes disse, citando Moisés: Quanto a ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou, quando o próprio Moisés indicou, na passagem a respeito da sarça, chamando ao Senhor de o Deus de Abraão, e Deus de Isaque, e Deus de Jacó? Ora, Ele não é Deus de mortos, mas de vivos; porque para Ele todos vivem!
Veja por você mesmo. Peça a Deus que o ilumine, a fim de que você discirna o espírito da Palavra. Jesus é questionado com algo que deveria criar um problema moral e legal para a mensagem da ressurreição, visto que a Doutrina Moral, para os saduceus—que eram também, na sua maioria, da classe sacerdotal—, era muito mais importante que a vida; pois quem perde o espírito da Palavra, fica apenas com a falta de ressurreição das letras da Escritura.
Então, Jesus lhes responde apanhando o problema moral e legal, e o redimensionando na escala do espírito. Simplesmente diz que a imortalidade também não será moral e nem legal. E isto porque os elementos que condicionam a legalidade e moralidade são inexistentes numa dimensão onde cada um experimenta individuação completa e mergulha no amor e no entendimento absoluto. No entanto, Ele fala não apenas do que sabe em-si-mesmo.
Ele toma a Escritura em Gênesis—cujo texto, em total simplicidade, Jesus atribui a Moisés—, e mostra o que não está escrito, porém está dito. O espírito da Palavra não está no que está escrito, mas no que está dito. E o modo como Jesus lê as Escrituras nos mostra a diferença entre uma coisa e outra; entre a letra e o espírito da Palavra. Não está escrito que Deus é Deus de vivos e não de mortos, e que, portanto, a ressurreição é um estado também natural.
Em nenhum lugar do Velho Testamento isto está escrito. Todavia, está dito. E Jesus nos mostra isto apenas mostrando a sutileza do espírito do texto, e que se manifesta pela simples afirmação PRESENTE de que Deus É o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó.
E como não se diz que Deus FOI o Deus daqueles homens; e como mesmo os três tendo existido na Terra em estado de contemporaneidade por algum espaço de tempo; tendo eles também morrido em sucessão; seria uma incongruência não os enterrar no passado da história, se tivessem morrido. Como porém viviam; era certo chamá-los na relação de vida PERMANENTE diante de Deus, pois para Deus, todos vivem.
Assim, Jesus não lhes tira dúvidas. Ao contrário, lança dúvidas nas certezas deles com a simples afirmação de Seu imperturbável entendimento espiritual. E mostra a eles que era Verdade o que Ele dizia, mas os deixa sem poder pegar em nada, visto que aquilo não estava escrito para dizer o que Ele disse, ainda que dissesse exatamente isto.
É assim o espírito da Palavra!
sábado, 12 de julho de 2008
Kal ...
terça-feira, 8 de julho de 2008
A IRA DE DEUS ou a ira do homem contra si mesmo?

“Ouçam a Palavra do Senhor todos os que se dizem filhos de Deus; pois o Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra; porque na terra não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus. Sim! Só prevalecem o perjurar, o mentir, o matar, o furtar, e o adulterar; há violências e homicídios sobre homicídios”. — Profeta Oséias.
Quando as Escrituras falam da ira de Deus, de fato referem-se ao estado acima descrito por Deus através de Oséias.
Ou seja: existir contra a vida estabelecida por Deus, faz a existência se transformar em uma experiência de contenda com Deus, o que, por si só, põe aquele que assim se ponha contra Deus em uma situação equivalente àquela que aguarda alguém que se arremesse do alto de uma montanha contra as afiadas pedras do penhasco milhares de metros abaixo.
A ira de Deus é Deus sem que Suas mãos de Graça estejam estendidas em nosso favor. Pois, em tal caso, o recolhimento das mãos de Deus se manifesta na proporção da obstinação do homem que se atira nu do penhasco apenas por desafiar o poder da Lei da Gravidade.
A ira de Deus é o homem sozinho em sua decisão de voar sem asas.
A ira de Deus é apenas o deixar que cada um ande conforme suas escolhas e prove o resultado simples de suas próprias ações sem amor e verdade.
A ira de Deus é o homem contra si mesmo!
Sim! A ira de Deus é o fruto da semente da existência que pretende ser sem Deus como vida.
Desse modo, sobretudo, a ira de Deus é a maldade do homem feita contra si mesmo como conseqüência do que projeta como existência sem vida em amor para si e para os que estão à volta.
A ira de Deus é descrita como “um resvalar de Seu pé”. Assim, basta Deus sacudir e Sua ira é aquilo que o homem recebe como ausência de Graça, que é total desgraça.
“A Ira de Deus” é o nome divino dado ao lado oposto ao que seja a mais absoluta burrice e estupidez do homem!
Ora, ninguém é dono de nada, nem “da própria vida”. Por esta razão, sempre que se pretende existir contra aquilo que Deus chama de Vida, o que se institui é o poder contrário, que é o poder da morte e daquele que apenas vem para matar, roubar e destruir.
De fato, devemos saber que nenhum de nós tem aquilo que chamamos de “a própria vida”. Afinal, quem é o mortal que possa dizer “minha própria vida” sem que o faça à semelhança de uma ameba que se sinta a dona do cosmo?
Põe-se sob a ira de Deus aquele que existe odiando o que Deus chama Vida!
E o que Deus chama vida além do existir em amor, misericórdia, bondade, verdade, sinceridade, generosidade e promoção da paz?
Assim, a contenda de Deus com os habitantes da terra está posta e instituída.
Sim! Enquanto o que prevalecer for aquilo que Oséias descreve como sendo uma existência na qual não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus, prevalecendo somente o perjurar, o mentir, o matar, o furtar, e o adulterar; havendo ainda violências e homicídios sobre homicídios — então, o que fica decretado é ira de Deus; e isto feito pelo próprio homem.
Desse modo, “Deus irado” é Deus deixando o homem por conta própria.
É por tal razão que Paulo diz que a ira de Deus se manifesta dos céus contra todo aquele que ama a mentira contra a verdade. A conseqüência de tal “ira” é descrita por Paulo como sendo o entregar o homem à sua própria disposição mental.
Ora, no fundo a misericórdia de Deus sempre prevalece sobre o juízo, e, por tal razão, “o pior de Deus” que a bondade de Deus consegue nos servir é Sua ausência, dando-nos liberdade em nossa livre decisão de servirmos a morte mediante as escolhas que fazemos contra o caminho da verdade e do amor simples para com os céus e a terra.
Pense nisto!
Nele, que até em ira nos deixa livres; ou melhor: apenas nos entrega a nós mesmos,
domingo, 6 de julho de 2008
curtindo a vida Deus
kall e familia

minha mãe te amu muito e estou xeio de saldade de vc , mais estou com o coração aliviado pq sei q quem te levou foi quem te deu a vivd .
eu as vezes fiko triste pq sintu sua falta , mais avezes lembro q o dono da vida , tb me presentiou me dandu vc comu mãe , em vc aprendi oq e o amor , beijos e q Deus continue alimentando minha alma com seu amor .
quarta-feira, 14 de maio de 2008
oq e mais importante a biblia ou a palavra !
terça-feira, 18 de março de 2008
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
OTEMPLO SÓ CONSTRUÍVEL NO CORAÇÃO.
Ler Ezequiel do capitulo 40 ao 43; João 7: 37 a 39; e Ezequiel 47, do verso 1 em diante.A imagem que nos é oferecida pelo profeta Ezequiel acerca de um templo que cresce para dentro de si mesmo me toca o coração de modo profundo e quase inigualável ( O TEMPLO QUE CRESCE PARA DENTRO).A descrição é como segue:Entra-se em algo semelhante a uma caixa pequena, e, dentro dela, tudo começa a crescer; ganhando medidas cada vez maiores internamente (uma construção só passível de ser construída teoricamente pelo homem se pudéssemos construir para dentro; e isto com instrumentos de natureza quântica) — e em cujo templo existe um Altar do qual procedem as Águas Vivas, as quais são vertidas do interior do Templo que cresce para dentro, e que saindo do Altar escorrem pelas portas do Templo (o qual é situado em sua impossibilidade humana de construção em Jerusalém); e em seguida descem entre a cidade e o Monte das Oliveiras; sempre descaindo conforme o declive; indo assim pelo Vale do Cedrom, pela ladeira longa que corta o deserto da Judéia; continuamente serpenteando entre abismos, até chegar em Jericó e por fim ao Mar Morto; sendo que por onde quer que passe tal derrame de águas vivas, tudo reverdece, cresce, torna-se frutífero, gerando oásis e lugares regados e viçosos; e por último convertendo o Mar Morto num lugar cheio de peixes e de vida.Muitas coisas me comovem nas imagens dadas por Deus ao profeta Ezequiel acerca do verdadeiro Templo de Deus e do poder de vida que dele emana.Alguém pergunta: Com o quê você se comove?Ora, minha resposta é simples:Comovo-me ante a impossibilidade humana de realizar tal construção. Isto porque para mim seria medíocre e estranhamente inamável se tal Templo fosse um prédio. Entretanto, ao vermos que as medidas dadas na Bíblia em côvados começam erguendo algo pequeno e que vai crescendo de modo impossível para dentro de si mesmo, acabam com todos os messianismos exteriores (como o fanatismo de se construir um templo em Jerusalém a fim de “cumprir a profecia” pela força da iniciativa humana).Do mesmo modo essa revelação de como tal Templo é em sua natureza divina destrói toda presunção humana de dar qualquer que seja “a mãozinha a Deus”; ou ainda de ensoberbecer-se com exterioridades; pois, sendo a construção como é (impossível ao homem), o que sobra para nós é apenas o privilégio de entrar em tal Templo em Cristo Jesus, para então tornarmo-nos nós mesmos templos conforme o Templo - Jesus; e, desse modo, passando nós a derramar a mesma Graça que nos fez beber e ser inundados pelas águas do Altar-Espírito de Jesus.Além disso, emociono-me com aquilo que acima acabei de afirmar de passagem; ou seja: que a dimensão Essencial de tal profecia tem apenas a ver com Jesus; ficando – entretanto – o privilegio para homem de tornar-se semelhante ao Templo que em Jesus ganhou sua concreção histórico-existencial. Assim, antes de ser um templo gerado pelo Templo, eu era apenas parte do cenário de fissuras, falhas, abismos, desertos e morte. Sim, eu era a coisa morta e parte de tudo o que estava morrendo. No entanto, quando as águas vivas me tocaram e depois me cobriram como águas de um afogamento na salvação plena, então, entrei no Templo Impossível aos homens, para então eu mesmo penetrá-lo até ao fundo, vendo que minhas experiências do lado de dentro vão dando vida aos meus cenários do lado de fora, posto que o ideal divino é que minha história humana em Deus e com os demais homens, seja equivalente em qualidade ao aprofundamento de minhas percepções na viagem para o interior de Deus (em Jesus) pelo Espírito. Jesus era tão “impressionado” com as imagens de Ezequiel que as usou de modo chocante e teatral. De fato Jesus usou tais figuras com a intenção de afirmar a entrada de Deus no homem a fim de gerar a entrada do homem em Deus, produzindo o resultado da cura crescente do homem ao mesmo tempo em que faz do curado um ente curador. Na realidade Jesus usou um momento de rito simbólico dos sacerdotes do templo de Jerusalém (nos dias de Jesus era o Templo de Herodes, o Grande) com o propósito de ensinar vividamente o significado de crer Nele. O sacerdote apanhava um cântaro de ouro e descia em procissão até ao poço de Siloé, tomava água, e subia ao templo, onde derramava as águas na esquina do altar e citava a profecia de Ezequiel.Foi neste ponto do teatro que Jesus interferiu e disse:“Ora, no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva.”Ora, foi por esta razão que Jesus ilustrou a fé Nele mesmo como algo que tinha nas imagens profético-simbólicos do profeta Ezequiel seu cumprimento.Assim fazendo Ele nos deixou “ver” a forma de uma construção não desta possibilidade dimensional a fim de facilitar nosso entendimento do que seja a vontade de Deus quanto ao Bem que o Evangelho e o Espírito do Deus vivente podem operar em nós.Também é interessante que dentro do templo haja anjos e palmeiras; e que dele procedam as águas que geram cura. Anjos e palmeiras significam o equilíbrio da verdadeira espiritualidade, que combina natureza (palmeiras) com celestialidade (anjos).Desse modo à medida que alguém entra no Templo Impossível (Jesus) pela fé (crer), mais verá do lado de fora o surgimento concreto daquilo que internamente já faz parte de seu próprio cenário espiritual.Ora, Jesus é este Templo para que nós possamos ser segundo o seu modelo.Assim, quando ouço a Palavra e nela creio, bebo das águas vivas que procedem do Altar do Espírito, e vou sendo invadido e afogado pela Graça em todas as áreas de meu ser, atingindo até a minha dimensão mais intima e inatingível (Mar Morto). Entretanto, isto mesmo é equivalente a entrar no Templo - Jesus e conhecer o Seu Interior a fim de que nosso próprio interior se torne semelhante Àquele no qual adentramos pela fé.Desse modo, quando entro no Templo não feito por mãos humanas, vou me tornando semelhante a Ele mesmo; sendo que o final do processo é que a partir de mim as mesmas águas de derramam pelo mundo, até ao “Mar Morto”.O Quadro de Ezequiel (o Templo, o Altar, as águas, as curas e milagres que vão correspondendo ao meu mergulho e entrada no Templo e nas águas) é feito das imagens mais lindas, e por meio delas eu entendo a beleza do que me está sendo oferecido gratuitamente em Jesus.Nele,
há uma voz
Texto Base Salmo 19Há uma vozApesar da ansiedade, da vida atarefada, há uma voz.Que não tem som, que se encontra na beleza de todas as coisasNa simplicidade que não é notada, na complexidade observada.Há uma vozPara aqueles que estão prontos para ouvir.Recitada no curso da vida, que tem por testemunha o Sol e a Lua.O mar e as montanhas. Que se extende de uma extremidade a outra da TerraHá uma vozQue não possui códigos para que seja transcrita ou decifradaPara que não seja aprisionada, embora ja tenha sido tentado.Há uma voz,Uma poesia concreta, saida do coração do Artista, recitada emversos no decorrer dos dias, nos sonhos da noite, passando sabedoria através do tempo.Há uma voz.E o tempo que corre grita para almas aflitas, que existe uma voz, que em meio ao desespero pede calma, que na solidão sussurra "estou aqui", mesmo sem nenhum som, há uma voz.Há uma voz que produz vida.Mas o que aconteceu?Ninguém mais ouve a voz.Marcaram horários, estabeleceram lugares, ergueram templos, mas não ouviram a voz.Tentaram agenda-la, catequiza-la, doutrina-la.Mas a liberdade de sua essencia não permite.Não é uma voz de bibliotecas, insenso, velas...É uma voz de ondas, praia, chuva e trovão.Que não pode ser contida, mas que existe dentro do coração.Que quebra barreiras e constrói pontes entre nós.Que nos fala de Amor, Perdão e Fé.Mas que pena. Ninguém quer saber da voz.Por que ela penetra em lugares do ser desconhecidos, e revela verdades escondidas, mostrando um caminho de crescimento, onde osdefeito deixa de ser tropeço e se torna degrau, onde não há culpa que não possa ser curada, erro que não possa ser corrigido.E mesmo que poucos ouçam, ela ainda continua aí dentroEntão faça silencio e comece a ouvir...Vitor Hugo de Queiroz
paciencia
logo logo estarei de volta na red , estou tendo algus probleminhas com o velox !
assim q resolver estarei de volta , pra dar continuidade a meu blog , deixo
beijos pra todos , e carinho com todos q faz parte de blog .
Nele , q na paciencia alcança missericordia !!!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
renato russo...
terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que depois de ter pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado...
Paulo
Declaração como a de Paulo acima é objeto de rejeição natural por parte de quase todas as escolas de psicologia e psicanálise.
O que se diz é que se trata de um comportamento de repressão instintual, em razão de que para Paulo o “corpo” existiria em contraposição ao espírito; e, assim sendo, Paulo diria “não” a todas as suas pulsões instintuais, quase todos “imorais” ou “a-éticas”, e, portanto, contrarias ao comportamento cristão, mas cuja supressão ou repressão seriam extremamente danosa ao ser, fosse gerando sombra, fosse criando um neurótico do são comportamento.
Mas a revelação do sentido da saúde humana no Evangelho nem sempre leva sempre em consideração os axiomas das ciências da alma.
Para Jesus, por exemplo, para o bem do ser, há coisas, membros, pulsões, desejos, caprichos, poderes, etc. que precisam ser cortados de nós (mãos, pés, olhos) a fim de que não se perca a inteireza do ser. Ora, isto é ante “psicológico”.
Paulo diz o que acima declarou. Esmurrava e reduzia os âmbitos das pulsões e dos desejos a fim de não se tornar escravo enquanto falava de liberdade. Ora, isto também não é “psicologicamente sadio”, diriam muitos.
Entretanto, no próprio texto, Paulo admite que haja um eu profundo que faz a gestão do que é meu (corpo), mas não sou eu. Sim! É meu, mas não sou eu.É o “meu” contra o que sou “eu” justamente aquilo que, em nome do meu, se impõe contra a vida, como direito do instinto, expresso na linguagem do “corpo”.
Há, todavia, um eu (eu reduzo meu corpo à escravidão), o qual não é instintual no desejo, mas consciente nas decisões que toma visando algo maior e mais elevado do que a basicalidade do instinto sem dono.Assim ficaria o texto de Paulo:
Eu esmurro o meu corpo e eu o reduzo à escravidão, para que depois de eu ter pregado a outros, eu não venha a ser desqualificado...
Desse modo há um eu que deve ser maior do que o que é meu sem ser eu, no sentido mais profundo do termo.
O que de fato gera sombra e neurose no ser não é a negação do instinto quando deseja colocar o eu sobre a escravidão dos desejos e caprichos.
O que gera sombra e neurose é justamente negar ao eu a verdade, entregando-se aos desejos caprichosos como se fossem essenciais e senhores de nosso sentido de ser.
Ou então, neurose e sombra crescem em nós quando entramos no processo de negação da verdade em razão de que nos submetamos às leis externas da moral e do capricho, quando elas nada têm a ver com a verdade do Evangelho.
Hoje há muita gente pensando que liberdade em Cristo é a graxa que enseba nossos caprichos como se fosse unção para pecar, e isso sem nem mesmo se ter a consciência de que se está pecando contra o sentido da vida.Também há daqueles que chamam o que é meu como se fosse o que seja eu. O meu é meu, mas não sou eu. Eu sou maior do que o que é meu. O eu não é feito de coisas que não sejam apenas o eu em essência.
Desse modo, sem neura e sem frouxidão, sou chamado a dizer não à escravidão dos desejos e caprichos que existem em mim apenas esperando serem chamados de “eu” pela minha entrega aos caprichos.
Quem assim entende, dá ao corpo (instinto) todas as comidas das quais o corpo-instinto se serve. De alimentos à sexualidade e sensorialidade sadios. Mas não se entrega aos desejos absurdos do corpo de escravidão.
O Evangelho, sendo seguido, não introjeta sombra quando alguém reduz o corpo à escravidão. O que introjeta sombra é moral como mentira, é a média das opiniões feitas lei, e sem razão de ser.
O que introjeta sombra é negação daquilo para o que a verdade diz sim, mas a moral diz não. É somente na luta contra a verdade que as sombras crescem em nós.Pense nisso!
Nele, que é Aquele que disse que mãos, pés, e braços desarmônicos com o eu podem e devem ser amputados para que o eu fique inteiro,
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
o silencio do trigo e o barulho do jóio

É impressionante como o mundo está cheio de trigo, embora seja o joio quem dê as cartas na História.
O trigo existe em abundancia, mas é discreto, sem voz alta, sem projeto de ser nada além de pão, sem ambição além do chão, sem pretensão a viver sem antes morrer.
O joio, entretanto, tem o chão, tem a imagem do trigo, mas não dá fruto e nem se torna pão. Por isto, tendo o mesmo chão, tendo a mesma imagem, mas não se tornando pão, o joio não quer morrer, ambicionando existir como clone daquele que dá fruto: o trigo.
O trigo dá fruto depois que morre. O joio não quer morrer, pois seu único fruto é sua própria existência.
O trigo é discreto, posto que o que é, é. O joio só tem sua imagem a projetar. Por isto, se mistura e se confunde entre os que são.
O trigo é forte como a fraqueza que se multiplica em vida, vida, vida... O joio é forte como aquilo que só tem a si mesmo... E mais nada além de si.
Entretanto...
Os dias são maus. Portanto, a legião de trigos tem que viver sua discrição com coragem ousada, pois Deus não deu aos s trigos espírito de covardia, mas de poder, de amor, e de moderação.
As armas dos trigos não são como as dos joios. Os joios vão na força do estelionato, das mascaras, das aparências, das imagens, do poder de controlar, e, sobretudo, da mãe de todos esses males, que é a hipocrisia. O negócio do joio é parecer e aparecer. Mas não é...
O trigo, porém, precisa combater dando muito fruto, e, para tanto, não tendo medo de morrer; pois, se não morrer, fica ele só, mas se morrer, aí sim, produz muito fruto.
Se os seres trigo da terra decidissem viver sem covardia, mas com poder, amor, e moderação — nenhum poder no planeta seria mais forte do que esse.
O Pão da Vida convida todos os trigos a se oferecerem à morte mediante a entrega e a confiança, para que produzam muito fruto, e, assim, dêem ao mundo a chance de pelo menos saber que nem tudo o que se parece com trigo, é trigo; que nem tudo o que se parece com joio, é joio; e que tudo o que é trigo, dá fruto; embora haja trigos que são genuinamente trigo, mas que não estão dando fruto.
A questão não é fazer o joio acabar (esse, segundo Jesus, será trabalho para anjos) — mas ajudar o trigo a não temer morrer; e, assim, dar muito, muito fruto.
O joio continuará tentando substituir amor por poder, bondade pessoal por instituições de ajuda, boa vontade por engajamento político, misericórdia por militância ideológica, amor ao próximo por serviço religioso, adoração a Deus por show musical, pregação da Palavra por sedução mágica, e tudo o mais que o joio se especializou a praticar como estelionato contra a verdade, o amor, e a genuína fé.
Ao trigo, porém, diz o Senhor:
“Não fostes vós que me escolhestes a mim, mas eu vos escolhi a vós outros; e vos designei para que vades, e deis fruto, e vosso fruto permaneça”.
Nele, que assim falou,

domingo, 27 de janeiro de 2008
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
A roupa contaminada pela carne !

A Epistola de Judas, pretende ser o que de fato é, uma Epistola e seu conteúdo tende a ser direto, claro e trazer várias reflexões importantes sobre a fé Cristã. No entanto quero me ater em um versículo,sem tira-lo do contexto, que se encontra em Judas v.23b“... detestando até a roupa contaminada pela carne “Nosso problema são as definições que temos sobre a palavra carne.Para Paulo, carne era toda produção humana de justiça própria e/ou aquilo que era fruto de nossas compulsões de satisfação própria(filipenses 3 :3). Ora, para JESUS carne era tudo isso e muito mais posto que não se vê Jesus atribuindo carnalidade a nada que não fosse produto ou sub-produto da natureza caída de agradar a Deus pela via da justiça própria e que via no ego ,a sua satisfação.Nesta epistola Judas esta, o tempo todo, falando sobre a falsificação da verdade, a mentira do ser, a dissimulação das intenções e de “pastores que apascentam a si mesmos” pois nos últimos dias haverá escarnecedores andando segundo suas ímpias paixões,ou seja,segunda o desejo de auto-glorificação e satisfação.A carne contamina tudo!. Contamina a consciência , contamina a língua , contamina a alma e contamina a roupa. E aqui, antes de ser um ensino moral-cristão , o que se esta afirmando é que se deve detestar tudo o que se propõe a ser objeto de divulgação da adulteração da verdade do ser ou que ,se proponha a ser reflexo do engano e da mentira.A” Roupa contaminada pela carne “ não é a sunga que se usa na praia nem o biquini.Não é a saia ,a calça comprida, nem a bermuda curta, nem o vestido com decote, nem a blusa sem manga pois são os olhos a lâmpada do corpo e o mal esta no olhar de quem vê. A roupa contaminada pela carne é aquilo que se usa com o fim de propor qualquer diferenciação com o próximo, qualquer interesse de se sobrepujar o outro, de fazer dela ambiente de luxuria,soberba,presunção e é claro, aparência externa.Neste sentido, vestir-se de terno e gravata como pretensão de ser algo ou um ser diferenciado dos demais pelo que se veste , é tanto fruto da carne e da contaminação da carne quanto vestir-se com pouca ou nenhuma roupa com o objetivo de seduzir alguém e leva-lo ao adultério. Nosso problema é que achamos que carne só se refere a aquilo que entendemos como fruto da moral. Quando a vestimenta esta contaminada pela cobiça, luxuria, vaidade , soberba , arrogância esta tão ou mais contaminada do que as vestes que julgamos “profanas”. Um amigo meu contava-me esta semana que ao ir numa igreja de terno e gravata (pois depois iria a um casamento num sítio e seria padrinho da cerimônia católica) fora chamado no gabinete pastoral e repreendido pois ,segundo o pastor, se ele saísse dali de terno e gravata e, depois fosse a uma festa “Ímpia”, as pessoas pensariam que ele era diácono ou mesmo pastor daquela igreja e ao verem ele bebendo cerveja, a “imagem” da igreja ficaria ruim.Quando a consciência esta contaminada pela carne, o medo é com a “imagem”.É o culto a imagem que judas esta condenado na epistola.O reino de Deus nada tem haver com o que se veste; ou se come ou se bebe; ou se usa, mas com o que se é, e se a luz que há em ti forem trevas , quão grandes trevas serão.Não se vê Jesus fazendo comentários sobre vestes de prostitutas e meretrizes, contudo ele não poupa a arrogância e aparência de piedade dos religiosas que, por pura soberba e presunção, se diferenciavam dos demais, alongando seus” filactérios” , suas franjas e suas vestes como suposto sinal de santidade que nada mais é do que fruto da carne.Portanto, seja a vossa moderação conhecida de todos os homens sem se contaminar por qualquer sentimento mesmo que seja aparentemente de piedade, pois no fim, revela seu caráter diferenciador , soberbo e carnal.Antes de se preocupar com o que se veste, preoculpe-se com o que você é.Carlos e tantos outros que já cansaram dessa baboseira toda.
kallminhando ... Ela é o poeta ! na vida do evangelho e o evangelho na vida .

A SÍNDROME DE ANANIAS E SAFIRA EM DIAS DE TANTOS PAPÉIS A REPRESENTAR
Só foge da MENTIRA DE SER quem conhece sua identidade em Cristo!
Quem conhece a Graça de Deus sabe a Quem pertence, quanto vale e para onde vai.
Quem não conhece a Graça de Deus e o quanto é irreversivelmente amado por Ele, se confunde com os papéis que exerce nessa vida, e a vida, então, fica toda artificializada, pois o cara vira aquilo que ele representa, vira aquilo que faz, vira aquilo que possui ou aquilo que o possui.
E que exemplo prático eu daria?
Ora, no mundo de hoje, nós todos representamos muitos papéis. Em certo sentido, temos muitas vidas. Quase todo nosso tempo é ocupado com o trabalho, onde exercemos papéis que não são os mesmos que realizamos em casa.
Veja meu caso: Sou professor universitário de gente bem nova (graduação de Odontologia), e de gente mais experiente (pós-graduação de Ortodontia); e ademais, sou também aluno no Mestrado. Sou profissional de saúde com todos os requisitos ético-comportamentais relacionados à profissão, sendo ainda, funcionário público municipal. Sou orientador espiritual no Caminho da Graça, e pastor na vida de muita gente do Rebanho de Deus. Ora, e tenho minha família, sou marido, sou pai, sou filho. Tenho prazer nessa rotina. E uma gratidão de encher o peito a cada dia!
Mas, veja: São múltiplos papéis, mas uma só pessoa. São múltiplas funções, mas uma só identidade. São assuntos diferentes, importâncias diferentes, prioridades diferentes, alvos diferentes, e eu preciso ter senso de propriedade e de contexto em cada atividade. A roda que se fala de política, não é a mesma que se fala de futebol.
Eu não prego um sermão na aula de ortodontia, e não dou aula de ortodontia no púlpito do Caminho. Mas, saibam: é a mesma pessoa a exercer tudo isso, sem pirar (ou quase sem pirar,vai!).
Por quê?
Porque conheço minha identidade em Cristo. Sei quem sou Nele. Sei que me misturo com a vida, mas tenho um depósito guardado Nele. Sei que meu valor não está nas coisas, mas naquilo que sou Nele, por Ele e para Ele. Não preciso me agarrar a cargos, funções, ofícios e títulos, porque tais coisas são relativas. São valores não perenes. São meios, não fins. Não busco finalidade nas coisas que faço, pois conheço minha finalidade Nele. Eu começo Nele, e terminarei com Ele.
E é só assim que não se fica louco hoje em dia, quando as pessoas são reconhecidas só pelo que tem ou representam socialmente.
Antes de qualquer coisa, esteja convicto que: Você é filho amado do seu Pai.
Quando eu encontrei a Cristo, encontrei a mim mesmo; encontrei-me Nele. Quando o busquei, encontrei-me comigo.
Quando a máscara se cola à cara, nossa identidade se confunde, e a alma se abate e se debate em crises existenciais monstruosas e vem um stress e um cansaço danados.
Eu já experimentei isso, quando fazia um monte de coisas para as quais meus sentimentos não eram dos melhores; era um monte de coisas que não estava em mim... Era uma dieta à base de sapos e camelos até surtar, enfastiado!
Um dia ouvi o pastor Ariovaldo Ramos dizer que: “A árvore que não se dobra ao vento, não sobrevive à tempestade!”
Vejo Jesus carregado dessa saudável flexibilidade em resposta às exigências da vida e da Missão, enquanto por dentro, mantinha sólida base relacional com o Pai, cheio de consciência de Quem Ele era: "Antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai ... sabendo este que o Pai tudo confiara às suas mãos, e que viera de Deus, e voltava para Deus, levantou-se..."
Ceia, traiçao, negação, julgamento, escárnio, zombaria, tentações, abandono, dor, contradição... Mas sempre sabendo de onde viera, e para onde voltaria!
Portanto, só quem sabe quem É em Cristo, sabe passar pelo dia mau, sem se perder. Sabe enfrentar as tormentas sem se despedaçar. Sabe que, mesmo dobrado, continua árvore! Quando a mata está escura e sem lua, só a luz que vem de dentro pode iluminar o ser!
Pense, então, a respeito!
Paz em tudo que você faz!

O Difícil Retorno ao Essencial
Por Caio Fábio
“Voltar ao primeiro amor” é o mesmo que dizer volta à “Videira Verdadeira”, retorna à seiva da Vida, volve ao lar e à intimidade do Pai, busca e fica no que um dia já foi “a melhor parte” para você.
O “primeiro amor” aniquila qualquer que seja a outra forma de amar. Quando Jesus falou isto, no Apocalipse, o que Ele via era a Igreja em Laudiceia amando a ortodoxia, a doutrina certa, e o compromisso com o que é correto.
Tudo muito bom, mas tudo muito morto!
Sim! Lindo para a religião dos fiéis contra os infiéis, mas totalmente nulo ante Aquele que não nos chamou para amar doutrinas, mas sim a Ele, e isso numa relação pessoal, ou mesmo numa relação de natureza conjugal, conforme Deus com Israel e Cristo com a Igreja. Ou seja: uma relação de amor que me põe casado com Deus em amor e verdade.
Quem perdeu o primeiro amor perdeu...

De onde tirei essa idéia
A primeira coisa ao mesmo tempo evidente e terrível a se reconhecer é que o texto não é idêntico à sua interpretação. Texto algum bastará para fazê-lo abraçar essa convicção, mas se você chegar até aqui, se for capaz de ultrapassar esse ponto, poderá palmilhar sozinho o restante do caminho. Não precisará mais de mim, dos parágrafos seguintes ou de texto algum.
As sociedades construídas ao redor da palavra escrita vivem debaixo de uma maldição e de uma contradição. A maldição está em que as palavras não existem no mundo real, são sinais mágicos, aproximações e convenções que tatuamos no papel e que só têm vida e realidade na mente de quem acontece de estar pensando nelas. A contradição está em que, embora nos afirmemos leais às palavras e ao sentido das palavras, somos na verdade leais à vida artificial que imprimos (ou deixamos que outros imprimam) às palavras na nossa própria mente. Afirmamos fidelidade e reverência ao texto, mas na realidade somos fiéis à interpretação que elaboramos para o texto na nossa cabeça




























